Método contra Parkinson apresenta eficácia superior na fase três de testes
Resultados preliminares reduzem oscilações da doença, possibilitando uma melhora dos sintomas

Karina Barbosa
Uma nova tecnologia pode ajudar a melhorar a qualidade de vida dos pacientes que convivem com a doença de Parkinson, ao permitir que o medicamento seja administrado continuamente. É o que apontam os resultados preliminares dos testes já realizados.
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O Pós PhD em neurociências, Dr. Fabiano de Abreu Agrela, afirma que esse novo método contra o Parkinson pode ajudar a melhorar a qualidade de vida dos pacientes e evitar a oscilação de sintomas. Atualmente está na terceira fase de testes e apresenta resultados promissores para pacientes que sofrem com a doença há mais de quatro anos.
Segundo o Dr. Fabiano, o Parkinson afeta bastante a autonomia e qualidade de vida do paciente e os tratamentos tradicionais, que já utilizam a substância-ativa levodopa/carbidopa, causam oscilações dos sintomas, o que faz com que em um momento o paciente esteja bem e no outro, os sintomas retornem de forma drástica.
O que é a doença de Parkinson
A doença de Parkinson é uma doença neurológica crônica e progressiva que afeta principalmente o controle motor do corpo. É causada pela degeneração das células nervosas na parte do cérebro responsável pelo controle motor, levando a uma diminuição na produção do neurotransmissor dopamina.
Quais os sintomas?
Os sintomas da doença incluem tremores, rigidez muscular, lentidão nos movimentos, dificuldade em caminhar, postura encurvada e problemas de equilíbrio. Além disso, a doença também pode afetar funções não motoras, como fala, cognição e humor.
Existe cura?
O mal de Parkinson não tem cura, mas existem tratamentos que podem ajudar a controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Os tratamentos disponíveis incluem medicamentos, fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia, por exemplo.
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