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PF abre inquérito para investigar possível genocídio em terras Yanomami

Determinação partiu do Ministério da Justiça; também serão investigados crimes ambientais e de omissão

PF abre inquérito para investigar possível genocídio em terras Yanomami
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A Polícia Federal (PF) abriu um inquérito nesta 4ª feira (25.jan), por determinação do Ministério da Justiça, para apurar possíveis crimes de genocídio, omissão de socorro e crimes ambientais nas terras indígenas Yanomami. A investigação tramita na Superintendência Regional da PF em Roraima e segue sob sigilo.

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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, havia anunciado o pedido de abertura do inquérito no sábado (21.jan). Entre os crimes, o ministro citou também suposta prática de corrupção.

"Porque há inclusive denúncias, que nós elencamos no ofício, relativas a supostos atos de peculato, corrupção, desvio de verba pública destinada à saúde indígena", disse. O documento ao qual se referiu foi enviado na 2ª feira (23.jan) à PF e trata-se da ordem de Dino para a corporação abrir o inquérito.

O objetivo é apurar as responsabilidades pelos crimes contra os indígenas, se ocorreram, e punir os culpados. Dino falou haver "fortes indícios" de genocídio.

Conforme o Ministério dos Povos Indígenas, 99 crianças yanomamis, com idades entre 1 e 4 anos, morreram em 2022 no território em Roraima. A maioria das mortes ocorreu por desnutrição, pneumonia ou diarreia. O governo atribui a tragédia ao avanço do garimpo ilegal na região.

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