Com a maior estiagem em 44 anos, queimadas se espalham pelo Brasil, afetando o agronegócio e o meio ambiente
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Alessandra Bergmann
09/09/2024, 12:17 • Atualizado em 09/09/2024, 12:17
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A seca prolongada e baixa umidade combinados aumentaram os incêndios pelo país | Agência Brasil
Depois de chuvas excessivas no Sul, grande parte do Brasil sofre agora com a escassez de precipitações.
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Em meio à maior estiagem em 44 anos, queimadas se alastram por 24 estados e o Distrito Federal, resultado do tempo quente e seco, aliado à ação humana.
Pará, Amazonas e Mato Grosso do Sul decretaram situação de emergência e proibiram o uso do fogo para a limpeza de áreas rurais.
O cenário de seca prolongada e baixa umidade tem aumentado significativamente o número de incêndios também no Mato Grosso — no Vale do Guaporé, importante região produtora de grãos e gado, 50 mil hectares de reservas, pastagens e lavouras foram destruídos.
Brasil tem mais de 68 mil focos de incêndio ativos pelo país | Agência Brasil
No estado de São Paulo, queimadas e incêndios afetaram quase 480 mil hectares em mais de oito mil propriedades rurais, com prejuízos superiores a R$ 2 bilhões, segundo a Secretaria da Agricultura e Abastecimento.
O setor mais afetado é o da cana-de-açúcar, além de perdas em grãos e pecuária.
Somente no mês de agosto, satélites registraram mais de 68 mil focos de incêndio ativos no país. As queimadas afetam de forma diferente cada tipo de vegetação: na Amazônia, a regeneração é muito mais lenta do que no Cerrado, que é mais resiliente.
Especialistas explicam que as queimadas não estão conectadas, mas têm em comum o clima extremamente seco. Meteorologistas preveem que essa situação pode se estender até novembro.
Em São Paulo, os prejuízos com a seca superam os R$ 2 bilhões | Agência Brasil
Os incêndios destroem o solo, fauna e flora. Especialistas alertam para a importância de medidas preventivas. Produtores devem estar atentos às condições climáticas e adotar práticas seguras no manejo das lavouras.
A prevenção, aliada à tecnologia e à conscientização sobre os riscos do fogo no campo, é essencial para garantir a segurança das propriedades e a sustentabilidade da produção agrícola.
O agro que ardeCom a maior estiagem em 44 anos, queimadas se espalham pelo Brasil, afetando o agronegócio e o meio ambienteAgro2024-09-09T12:17:32.682ZDepois de chuvas excessivas no Sul, grande parte do Brasil sofre agora com a escassez de precipitações. Em meio à maior estiagem em 44 anos, queimadas se alastram por 24 estados e o Distrito Federal, resultado do tempo quente e seco, aliado à ação humana. Pará, Amazonas e Mato Grosso do Sul decretaram situação de emergência e proibiram o uso do fogo para a limpeza de áreas rurais. O cenário de seca prolongada e baixa umidade tem aumentado significativamente o número de incêndios também no Mato Grosso — no Vale do Guaporé, importante região produtora de grãos e gado, 50 mil hectares de reservas, pastagens e lavouras foram destruídos. No estado de São Paulo, queimadas e incêndios afetaram quase 480 mil hectares em mais de oito mil propriedades rurais, com prejuízos superiores a R$ 2 bilhões, segundo a Secretaria da Agricultura e Abastecimento. O setor mais afetado é o da cana-de-açúcar, além de perdas em grãos e pecuária. Somente no mês de agosto, satélites registraram mais de 68 mil focos de incêndio ativos no país. As queimadas afetam de forma diferente cada tipo de vegetação: na Amazônia, a regeneração é muito mais lenta do que no Cerrado, que é mais resiliente. Especialistas explicam que as queimadas não estão conectadas, mas têm em comum o clima extremamente seco. Meteorologistas preveem que essa situação pode se estender até novembro. Os incêndios destroem o solo, fauna e flora. Especialistas alertam para a importância de medidas preventivas. Produtores devem estar atentos às condições climáticas e adotar práticas seguras no manejo das lavouras. A prevenção, aliada à tecnologia e à conscientização sobre os riscos do fogo no campo, é essencial para garantir a segurança das propriedades e a sustentabilidade da produção agrícola.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/agro/o-agro-que-arde
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