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Padilha diz que escolas de medicina com baixo desempenho podem ser excluídas do vestibular

Ministro da Saúde alerta que instituições com desempenho insuficiente no Enamed podem sofrer descredenciamento e proibição de novos vestibulares

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha | Divulgação/Ministério da Saúde

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que escolas de medicina com baixo avaliação no MEC podem ser proibidas de participar do vestibular. A divulgação dos resultados do Enamed (Exame Nacional de Avaliação de Formação Médica), revelou desempenho muito abaixo das escolas de medicina.

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“Se essas instituições não melhorarem, não vão poder mais fazer vestibular, ampliar e talvez não vão mais funcionar. Se não tiver medidas de melhora e ‌isso não apareça no futuro elas podem ser descredenciadas”, disse Padilha a jornalistas após visitar um hospital federal no Rio de Janeiro.

De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Educação (MEC), entre os 304 cursos de medicina de instituições públicas federais e privadas, que participaram do Enamed, 204, (67,1%), alcançaram o conceito de 3 a 5 do Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), considerado satisfatória ou excelente. Porém, 99 cursos tiveram desempenho com notas 1 e 2, com menos de 60% dos estudantes com desempenho adequado.

Segundo o ministro, o Governo Federal está dando um “choque de realidade” para que o ensino médico evolua no Brasil.

"O ministério está colocando a casa em ordem. O Enamed vai dar um choque de realidade e terapias para cuidar da qualidade da formação médica".

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