Pacheco quer que PT banque candidatura em Minas para acertar filiação ao PSB
Senador quer garantias sobre o financiamento de campanha antes de confirmar mudança de partido

O ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG) quer que o PT assuma a maior parte dos custos da sua campanha ao governo mineiro caso o parlamentar assine a ficha de filiação ao PSB.
Dos mais de 800 municípios do Estado, o PSB elegeu 35 prefeitos. A estrutura da sigla não é grande no Estado, por isso, diante da pressão do presidente Lula para que ele seja candidato, Pacheco pede que o PT coloque sua estrutura à disposição. A sigla já teria sinalizado que não irá faltar dinheiro para viabilizar a candidatura do senador.
Integrantes do Partido Socialista Brasileiro, ouvidos pela coluna, estão otimistas que nas próximas 72 horas a filiação de Pacheco ao partido será confirmada. O convite formal foi feito em um jantar, na última terça-feira (24), com a presença do presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, do prefeito de Recife, João Campos, e do presidente estadual do partido, Otacílio Neto Mattos, além do vice-presidente Geraldo Alckmin.
Otacílio Neto afirmou que Pacheco é o melhor nome para a disputa em Minas Gerais e que o PSB estará no palanque com o senador mesmo que ele escolha outro partido para filiação.
Pacheco também está sendo sondado pelo MDB. O partido faz ajustes internos já que há resistência na sigla porque Gabriel Azevedo, ex-presidente da Câmara Municipal de BH, deseja disputar o Palácio Tiradentes. O único deputado federal mineiro e presidente do partido, Newton Cardoso Júnior, negocia o caso internamente. O União Brasil, que também aparecia como uma possibilidade, já foi descartado por Pacheco.











































