Eleições

Kassio vê narrativa de Janones, mas não descarta suspensão

Ministros do TSE dizem desconhecer qualquer decisão já tomada para que o canal "Exercito do Lula" seja suspenso

Avatar de Carla Araújo
Carla Araújo
Ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral | Divulgação/Antonio Augusto/TSE

Ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral | Divulgação/Antonio Augusto/TSE

O deputado André Janones (Rede-MG), responsável pelo canal do WhatsApp "Exército do Lula", tem distribuído mensagens afirmando que o canal será suspenso pelo Tribunal Superior Eleitoral nesta sexta-feira (23), antes do debate presidencial da TV Globo, e que eles precisam alcançar 10 milhões de seguidores. Atualmente são 9 milhões.

A coluna apurou que o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, classificou as falas de Janones como narrativa. A auxiliares, o ministro afirmou que o fato de plantarem narrativas não os livrará em caso de alguma ilicitude.

🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! Clique aqui

SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT,Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung, LG e Roku.

Siga no Google Discover

Isso é, até o momento, fontes do TSE dizem que não há decisões no sentido da suspensão, mas não descartam a medida caso aconteça alguma ação ilícita no canal. Se não tiver, nada ocorrerá, afirmam.

Em nota, o TSE diz que "não determinou a retirada de nenhum canal de WhatsApp do ar".

"Os prazos dos processos de propaganda são sempre curtos. Ilações a partir desses despachos que pedem informação em tempo curto são absolutamente indevidos", completa.

O TSE ainda afirma que na manhã desta sexta-feira os ministros da propaganda do TSE se reuniram com as plataformas Meta, X, Google, TikTok e Kwai para tratar das providências para o atendimento da legislação eleitoral.

"O ministro Kassio Nunes Marques pediu reforço de pessoal e atuação isonômica por parte das plataformas a fim de garantir o cumprimento do plano de conformidade assinado por todas as empresas", conclui a nota.

Mais da Coluna da Carla

Últimas notícias de Eleições