A investigação foi aberta, entre outros motivos, porque a rede social não atendeu a um pedido das autoridades para encerrar uma transmissão ao vivo que exibia cenas de violência direcionadas a crianças e adolescentes.
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O episódio foi identificado por policiais do Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad), durante o monitoramento de um grupo que divulgava esse tipo de conteúdo para centenas de usuários da plataforma.
Segundo a delegada Lisandréa Salvariego, coordenadora do Noad, os investigadores flagraram enorme quantidade de violência sendo transmitida ao vivo. Mesmo assim, a plataforma se recusou a atender ao pedido, alegando que não se tratava de um caso emergencial.
As equipes elaboraram um relatório de inteligência com provas e argumentos que comprovam os crimes. O documento foi encaminhado ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
O SBT News tentou contato com a rede social, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem.
Durante as transmissões, os “líderes” do grupo submetiam os usuários a diversos tipos de violência, incluindo estupros virtuais e automutilação. Também foi constatado o uso da plataforma para comercialização de pornografia infantil.
Os responsáveis pelas transmissões buscavam “fama” e “reconhecimento” dentro da comunidade digital. A polícia identificou tanto menores quanto adultos entre os envolvidos nas transmissões.
Polícia Civil de SP investiga casos de violência digital no aplicativo DiscordTransmissões na plataforma exibiam cenas violentas e abusos a crianças e adolescentes; rede ignorou pedido das autoridades para remover conteúdos
Tecnologia2025-04-07T22:12:46.032ZA Polícia Civil de São Paulo instaurou um inquérito para investigar a prática de apologia à violência digital no aplicativo Discord. A investigação foi aberta, entre outros motivos, porque a rede social não atendeu a um pedido das autoridades para encerrar uma transmissão ao vivo que exibia cenas de violência direcionadas a crianças e adolescentes. O episódio foi identificado por policiais do Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad), durante o monitoramento de um grupo que divulgava esse tipo de conteúdo para centenas de usuários da plataforma. Segundo a delegada Lisandréa Salvariego, coordenadora do Noad, os investigadores flagraram enorme quantidade de violência sendo transmitida ao vivo. Mesmo assim, a plataforma se recusou a atender ao pedido, alegando que não se tratava de um caso emergencial. As equipes elaboraram um relatório de inteligência com provas e argumentos que comprovam os crimes. O documento foi encaminhado ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). O SBT News tentou contato com a rede social, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem. Durante as transmissões, os “líderes” do grupo submetiam os usuários a diversos tipos de violência, incluindo estupros virtuais e automutilação. Também foi constatado o uso da plataforma para comercialização de pornografia infantil. Os responsáveis pelas transmissões buscavam “fama” e “reconhecimento” dentro da comunidade digital. A polícia identificou tanto menores quanto adultos entre os envolvidos nas transmissões. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/tecnologia/policia-civil-de-sp-investiga-casos-de-violencia-digital-no-aplicativo-discord
Ministro atendeu a pedido da PGR e da União contra decisão de Nunes Marques; tribunal eleitoral exigiu aval prévio de juiz para viagens de órgãos federais