Política

Ronaldo Caiado diz que quem for para o 2º turno ganhará de Lula

Pré-candidato do PSD à Presidência afirma que vai reeditar embate com petista 37 anos após eleição direta de 1989

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O pré-candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, afirmou nesta quarta-feira (1º) que o desafio da direita brasileira não é ganhar as eleições em 2026, mas sim "não ter a recaída que teve em 2022". Segundo ele, quem for ao 2º turno ganha do atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que deve disputar a reeleição.

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"O problema vai ser a eleição? Não. Qualquer um que for para o segundo turno ganha do Lula. Qualquer um. Não tem dificuldade. Mas ele saberá governar e continuar ganhando as eleições?", disse o ex-governador de Goiás.

Em entrevista ao SBT News, Caiado relembrou ainda o embate com o petista na primeira eleição presidencial direta após a ditadura militar, em 1989. "Vou poder fazer o debate, resgatando 37 anos atrás. Um mano a mano: eu e o Lula", declarou.

O ex-governador aproveitou também para fazer um aceno aos preteridos pelo PSD em uma disputa interna pela pré-candidatura: Eduardo Leite e Ratinho Jr.

"Eduardo Leite, no Rio Grande do Sul, superou os momentos mais difíceis daquele estado, todos nós brasileiros acompanhamos. Resgatou economia do estado, o equilíbrio fiscal, superou enchentes, seca, e sendo uma pessoa respeitada dentro de um padrão de excelência. O Ratinho Jr. surpreendeu a todos, deu ao Paraná perspectiva de um estado arrojado, moderno", disse.

O ex-governador afirmou que buscará essas lideranças para pensarem um projeto de Brasil com base no que fizeram em seus estados. Caiado disse ainda que contará com a ajuda do presidente do partido, Gilberto Kassab, a quem chamou de "o maior articulador do Brasil".

"Sou um democrata na essência"

Caiado afirmou que quer romper com a polarização política e se declarou "um democrata na essência". O ex-governador evitou críticas ao também pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ), mas disse que nunca negou "a decisão das urnas ou do painel de votação".

"Eu sou um democrata na essência, como parlamentar e em todos os momentos da minha vida. Jamais neguei a decisão das urnas ou do painel de votação. Então eu sou um democrata na essência. Combativo, sim. Mas também com humildade de reconhecer quando ganho ou quando perco uma eleição", disse.

Veja entrevista na íntegra:

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