Raquel Lyra diz ser "cruel" acusação sobre morte do marido
Candidata à reeleição ao governo de Pernambuco afirmou que cartazes que a acusam de envolvimento na morte do marido ultrapassam “o limite da crueldade”
Vicklin Moraes, Raquel Landim , José Matheus Santos, Ranier Bragon
A governadora e candidata à reeleição ao governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), classificou como “repugnantes” e “além do limite da crueldade” os ataques anônimos feitos por meio de cartazes espalhados pela capital pernambucana. As peças acusavam falsamente a governadora de envolvimento na morte do marido, o empresário Fernando Lucena, que morreu em 2022, vítima de um infarto fulminante, na véspera do primeiro turno daquela eleição.
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As declarações foram dadas nesta segunda-feira (31), em entrevista ao programa Poder Expresso, do SBT News.
“Desde ontem que eu me deparei com o além do limite da crueldade. E me manifestei exigindo respeito, pedindo para respeitar meus filhos, minha família, respeitar Fernando e a história dele. Essa é a forma mais baixa e cruel que se pode fazer para buscar desestabilizar uma pessoa, para imputar um crime inominável”, afirmou a governadora.
Durante a entrevista, Raquel Lyra também rebateu comentários de bastidores e publicações nas redes sociais que sugeriam que os cartazes teriam sido produzidos pela própria campanha para gerar comoção popular.
“Querer achar que eu posso querer criar um fato político com isso é algo abominável. O povo de Pernambuco me conhece. Só uma alma muito doente pode pensar em algo assim. Me dá nojo. É repugnante”, afirmou.
A governadora disse ainda que o caso está sendo investigado pelas forças de segurança. “Eu não posso atribuir nada a ninguém. Eu pedi investigações pela polícia, que é quem tem a competência de fazê-lo. Não posso ser irresponsável.”
Acusações contra adversários e campanha propositiva
Questionada sobre denúncias de que servidores ligados à campanha estariam promovendo ataques contra o prefeito do Recife, João Campos (PSB), Raquel negou a prática de difamação e citou sua trajetória profissional.
“Nossos advogados apresentaram uma interpelação para que efetivamente se comprove o que está sendo colocado. Eu sou servidora pública, fui delegada da Polícia Federal, sou procuradora do Estado. Venho da linha de Fernando Lyra, de uma escola política que aprendeu a lutar pela democracia. Eu sempre fiz campanha limpa e transparente”, disse.
A candidata afirmou ainda que sua gestão já obteve medidas cautelares no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) contra ações de adversários. Segundo ela, a resposta aos ataques será manter o trabalho à frente do governo.
Raquel Lyra diz ser "cruel" acusação sobre morte do maridoCandidata à reeleição ao governo de Pernambuco afirmou que cartazes que a acusam de envolvimento na morte do marido ultrapassam “o limite da crueldade”Política2026-08-31T21:59:15.758ZA governadora e candidata à reeleição ao governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), classificou como “repugnantes” e “além do limite da crueldade” os ataques anônimos feitos por meio de cartazes espalhados pela capital pernambucana. As peças acusavam falsamente a governadora de envolvimento na morte do marido, o empresário Fernando Lucena, que morreu em 2022, vítima de um infarto fulminante, na véspera do primeiro turno daquela eleição. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. As declarações foram dadas nesta segunda-feira (31), em entrevista ao programa Poder Expresso, do SBT News. “Desde ontem que eu me deparei com o além do limite da crueldade. E me manifestei exigindo respeito, pedindo para respeitar meus filhos, minha família, respeitar Fernando e a história dele. Essa é a forma mais baixa e cruel que se pode fazer para buscar desestabilizar uma pessoa, para imputar um crime inominável”, afirmou a governadora. Durante a entrevista, Raquel Lyra também rebateu comentários de bastidores e publicações nas redes sociais que sugeriam que os cartazes teriam sido produzidos pela própria campanha para gerar comoção popular. “Querer achar que eu posso querer criar um fato político com isso é algo abominável. O povo de Pernambuco me conhece. Só uma alma muito doente pode pensar em algo assim. Me dá nojo. É repugnante”, afirmou. A governadora disse ainda que o caso está sendo investigado pelas forças de segurança. “Eu não posso atribuir nada a ninguém. Eu pedi investigações pela polícia, que é quem tem a competência de fazê-lo. Não posso ser irresponsável.” Acusações contra adversários e campanha propositiva Questionada sobre denúncias de que servidores ligados à campanha estariam promovendo ataques contra o prefeito do Recife, João Campos (PSB), Raquel negou a prática de difamação e citou sua trajetória profissional. “Nossos advogados apresentaram uma interpelação para que efetivamente se comprove o que está sendo colocado. Eu sou servidora pública, fui delegada da Polícia Federal, sou procuradora do Estado. Venho da linha de Fernando Lyra, de uma escola política que aprendeu a lutar pela democracia. Eu sempre fiz campanha limpa e transparente”, disse. A candidata afirmou ainda que sua gestão já obteve medidas cautelares no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) contra ações de adversários. Segundo ela, a resposta aos ataques será manter o trabalho à frente do governo.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/raquel-lyra-diz-ser-cruel-acusacao-sobre-morte-do-marido