Política

Presidente do PT diz que Flávio Bolsonaro é herança do autoritarismo e fascismo

Edinho Silva afirmou que filho do ex-presidente Jair Bolsonaro não é copo vazio e que militância precisa reagir à estrutura profissionalizada de robôs

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O presidente do Partido dos Trabalhadores, Edinho Silva, cobrou nesta sexta-feira (27), durante encontro da corrente majoritária do partido - CNB (Construindo um Novo Brasil) - que a militância reaja diante do avanço da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro ao Palácio do Planalto.

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Pesquisas divulgadas nos últimos dias mostram o filho mais velho de Jair Bolsonaro em empate técnico com o petista e, numericamente, à frente, no segundo turno, no levantamento divulgado nesta sexta-feira pela Paraná Pesquisas.

O dirigente da sigla admitiu que todos estão estarrecidos com a oscilação de Lula nas pesquisas e reconheceu um acirramento da conjuntura. "Não podemos negar a dificuldade imensa de dialogar com a sociedade", ponderou Edinho Silva durante discurso em evento interno da sigla.

O presidente do PT também alertou que a sigla nunca disputou uma eleição contra um candidato que, com tanta rapidez, conseguiu organizar uma ofensiva jurídica e uma estrutura de redes sociais. Ele disse, no entanto, que é possível, sim, reverter esse quadro e garantir a reeleição do presidente Lula. Para isso, o presidente do PT cobrou uma reação da militância.

Edinho Silva ressaltou que "nenhum robô debate mais que um eleitor estimulado".

O presidente do PT pontuou, ainda, o que considera mais importante de ser colocado em xeque, caso Flávio Bolsonaro vença a eleição. Ele sustenta que o campo progressista precisa debater a resistência de aliados do parlamentar em aprovar a redução da jornada de trabalho. Pediu também que os militantes façam o debate sobre os grupos que, nos últimos anos, buscaram o fim dos direitos trabalhistas.

A avaliação é que manifestações recentes de Valdemar Costa Neto, presidente do PL, partido de Flávio Bolsonaro, e do presidente do Republicanos, deputado Marcos Pereira, devem ser usadas com exaustão pela militância para expor quem sinaliza apoio ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

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