Política

PF abriu 1.224 inquéritos contra crimes eleitorais em 2026

Corporação disse que operações levaram à apreensão de mais de R$ 33 milhões de janeiro a outubro e que os números devem aumentar até o 1º turno

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Ighor Nóbrega
Sede da Polícia Federal, em Brasília | Marcos Oliveira/Agência Senado

Sede da Polícia Federal, em Brasília | Marcos Oliveira/Agência Senado

A Polícia Federal divulgou nesta quinta-feira (1º) um balanço da atuação contra crimes eleitorais ao longo de 2026. A três dias do primeiro turno, a corporação já abriu 1.224 inquéritos e apreendeu cerca de R$ 33 milhões.

Segundo a PF, parte dessas ações envolve crimes de violência contra mulheres. Foram abertas 77 investigações para este tipo de delito.

Os números devem sofrer alterações devido à proximidade do pleito e ao aumento da fiscalização.

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A PF destacou ainda a ação contra crimes eleitorais no ambiente digital. Entre os delitos estão o uso da inteligência artificial para manipular imagens, áudios e vídeos.

Participação do eleitor

A Polícia Federal mantém um portal para denúncias de suspeitas de crimes eleitorais, o Comunica PF. Elas devem ser feitas embasadas por documentos, fotos, áudios e mensagens que ajudem no processo de investigação.

“Para que a informação possa ser analisada de forma mais ágil, é importante apresentar o máximo de detalhes possível: quem praticou a conduta, o que ocorreu, quando e onde aconteceu e, sempre que disponíveis, elementos que possam contribuir para a apuração", orienta a PF.

Segurança de presidenciáveis

A PF realiza ainda a segurança dos candidatos à Presidência durante agenda de campanha – que se estenderá até eventual segundo turno.

“A segurança é planejada individualmente, com base em análise técnica de risco e nas características de cada agenda. As avaliações consideram, entre outros fatores, eventuais ameaças, vulnerabilidades, características dos locais, deslocamentos e o contexto de segurança de cada região", informa a instituição.

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