Pedro Campos: 'Quem não está com Lula ajuda Flávio'
Deputado reeleito pelo PSB diz que segundo turno exige unidade da base governista e deixa críticas ao governo para depois da eleição
SBT News
Reeleito para o segundo mandato consecutivo na Câmara dos Deputados, com 261.555 votos por Pernambuco, o deputado federal Pedro Campos (PSB-PE) afirmou, em entrevista ao News Manhã, do SBT News, que a prioridade no segundo turno deve ser a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Isso é fundamental para o Brasil”, defendeu.
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Ao comentar o avanço do PL e de setores ligados ao bolsonarismo no Congresso, Campos disse que o próximo Legislativo será marcado pela polarização. Para ele, o desafio será evitar que disputas ideológicas deixem em segundo plano problemas como juros elevados, endividamento das famílias e falta de oportunidades para os jovens. “Como é que, dentro de um cenário tão polarizado e de visões de mundo tão diferentes, a gente consegue garantir que a política trabalhe por aqueles que precisam dela?”
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Questionado pela jornalista Basília Rodrigues sobre possíveis erros da campanha de Lula no primeiro turno, o deputado atribuiu parte do resultado ao que chamou de narrativa da extrema direita sobre os problemas enfrentados pela população. Campos também fez críticas a Flávio Bolsonaro e citou, entre outros episódios, as controvérsias envolvendo Banco Master, imóveis, fábrica de chocolates e “rachadinha”.
O deputado federal Pedro Campos (PSB-PE) | Divulgação/PSB
Segundo o deputado, a disputa do segundo turno também será travada nas redes sociais, especialmente por meio das páginas e grupos de apoiadores. “A rede de apoiadores, de páginas que acabam influenciando para um lado ou para o outro, tem muito mais peso do que a própria rede dos dois candidatos”, afirmou. Campos defendeu que os apoiadores de Lula usem essas plataformas para questionar o impacto de uma eventual volta do bolsonarismo ao Palácio do Planalto.
Campos afirmou ainda que a campanha de Lula deverá ganhar força diante da disputa direta com Flávio Bolsonaro. “Quem não está com Lula está ajudando o Flávio Bolsonaro.” Segundo ele, manifestações de neutralidade ou propostas de uma reflexão mais profunda sobre o governo durante os 21 dias de campanha interessariam diretamente ao adversário.
O deputado federal também defendeu as ações do governo federal e citou programas como o Pé-de-Meia e o Gás do Povo, além da isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil. “Lula fez um bom governo. Lula fez um governo de muitas entregas, de programas novos que foram criados, que estão ajudando a vida da população”, afirmou.
O pernambucano passou os últimos 40 dias concentrado na própria campanha e na eleição do irmão João Campos (PSB) ao governo de Pernambuco – derrotado por Raquel Lyra (PSD) no primeiro turno. Agora, ele pretende se dedicar à disputa nacional. “A hora é de fazer campanha para Lula e de falar quem é Flávio Bolsonaro.”
Pedro Campos: 'Quem não está com Lula ajuda Flávio'Deputado reeleito pelo PSB diz que segundo turno exige unidade da base governista e deixa críticas ao governo para depois da eleiçãoPolítica2026-10-05T21:55:23.579ZReeleito para o segundo mandato consecutivo na Câmara dos Deputados, com 261.555 votos por Pernambuco, o deputado federal Pedro Campos (PSB-PE) afirmou, em entrevista ao News Manhã, do SBT News, que a prioridade no segundo turno deve ser a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Isso é fundamental para o Brasil”, defendeu. 🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! Ao comentar o avanço do PL e de setores ligados ao bolsonarismo no Congresso, Campos disse que o próximo Legislativo será marcado pela polarização. Para ele, o desafio será evitar que disputas ideológicas deixem em segundo plano problemas como juros elevados, endividamento das famílias e falta de oportunidades para os jovens. “Como é que, dentro de um cenário tão polarizado e de visões de mundo tão diferentes, a gente consegue garantir que a política trabalhe por aqueles que precisam dela?” Questionado pela jornalista Basília Rodrigues sobre possíveis erros da campanha de Lula no primeiro turno, o deputado atribuiu parte do resultado ao que chamou de narrativa da extrema direita sobre os problemas enfrentados pela população. Campos também fez críticas a Flávio Bolsonaro e citou, entre outros episódios, as controvérsias envolvendo Banco Master, imóveis, fábrica de chocolates e “rachadinha”. Segundo o deputado, a disputa do segundo turno também será travada nas redes sociais, especialmente por meio das páginas e grupos de apoiadores. “A rede de apoiadores, de páginas que acabam influenciando para um lado ou para o outro, tem muito mais peso do que a própria rede dos dois candidatos”, afirmou. Campos defendeu que os apoiadores de Lula usem essas plataformas para questionar o impacto de uma eventual volta do bolsonarismo ao Palácio do Planalto. Campos afirmou ainda que a campanha de Lula deverá ganhar força diante da disputa direta com Flávio Bolsonaro. “Quem não está com Lula está ajudando o Flávio Bolsonaro.” Segundo ele, manifestações de neutralidade ou propostas de uma reflexão mais profunda sobre o governo durante os 21 dias de campanha interessariam diretamente ao adversário. O deputado federal também defendeu as ações do governo federal e citou programas como o Pé-de-Meia e o Gás do Povo, além da isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil. “Lula fez um bom governo. Lula fez um governo de muitas entregas, de programas novos que foram criados, que estão ajudando a vida da população”, afirmou. O pernambucano passou os últimos 40 dias concentrado na própria campanha e na eleição do irmão João Campos (PSB) ao governo de Pernambuco – derrotado por Raquel Lyra (PSD) no primeiro turno. Agora, ele pretende se dedicar à disputa nacional. “A hora é de fazer campanha para Lula e de falar quem é Flávio Bolsonaro.”São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/pedro-campos-quem-nao-esta-com-lula-ajuda-flavio
Fantasiado de funcionário da imigração, Danilo Silva, de 46 anos, circulava de forma agressiva entre os prédios do campus Kendall do Miami Dade College