O presidente nacional do Partido Novo, Eduardo Ribeiro, afirmou que há um “acordo tácito” — implícito — entre pré-candidatos da direita para apoiar, no segundo turno das eleições de outubro, aquele que avançar na disputa.
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Em entrevista ao Central de Notícias, do SBT News, nesta segunda-feira (20), Ribeiro disse que o objetivo comum do grupo é derrotar o PT.
“Aquele que for mais bem-sucedido na campanha e que conseguir se colocar no segundo turno terá o apoio de todos os outros. Isso já é um acordo tácito entre todos os pré-candidatos à direita, que é legítimo. Afinal de contas, o grande objetivo de todos nós aqui é vencermos o PT”, afirmou.
Questionado sobre um possível rompimento entre o Novo e o Partido Liberal (PL), após críticas de Romeu Zema à relação entre o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, do banco Master, Ribeiro negou desgaste.
“Não teve impacto nas coligações locais. Há uma boa relação dos nossos grupos, especialmente no Sul, Goiás, Amazonas e outros estados em que o Novo tem proximidade com o PL. Como ambos fazem parte da oposição no Congresso, há uma sinergia que se reflete nos estados”, disse.
Segundo ele, o partido mantém participação relevante nas chapas regionais. “O Novo tem figuras e um grupo muito forte nessas coligações, e não faz sentido que candidatos à majoritária abram mão desses nomes, pois isso prejudicaria a disputa local. Evidentemente, houve ruídos ao longo do caminho, mas isso está perfeitamente pacificado”, concluiu.
Novo fala em “acordo tácito” da direita no 2º turnoEduardo Ribeiro diz que candidatos da diteita apoiarão quem chegar ao 2º turno e nega rompimento com o PL
Política2026-07-20T19:39:53.265ZO presidente nacional do Partido Novo, Eduardo Ribeiro, afirmou que há um “acordo tácito” — implícito — entre pré-candidatos da direita para apoiar, no segundo turno das eleições de outubro, aquele que avançar na disputa. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. Em entrevista ao Central de Notícias, do SBT News, nesta segunda-feira (20), Ribeiro disse que o objetivo comum do grupo é derrotar o PT. “Aquele que for mais bem-sucedido na campanha e que conseguir se colocar no segundo turno terá o apoio de todos os outros. Isso já é um acordo tácito entre todos os pré-candidatos à direita, que é legítimo. Afinal de contas, o grande objetivo de todos nós aqui é vencermos o PT”, afirmou. Questionado sobre um possível rompimento entre o Novo e o Partido Liberal (PL), após críticas de Romeu Zema à relação entre o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, do banco Master, Ribeiro negou desgaste. “Não teve impacto nas coligações locais. Há uma boa relação dos nossos grupos, especialmente no Sul, Goiás, Amazonas e outros estados em que o Novo tem proximidade com o PL. Como ambos fazem parte da oposição no Congresso, há uma sinergia que se reflete nos estados”, disse. Segundo ele, o partido mantém participação relevante nas chapas regionais. “O Novo tem figuras e um grupo muito forte nessas coligações, e não faz sentido que candidatos à majoritária abram mão desses nomes, pois isso prejudicaria a disputa local. Evidentemente, houve ruídos ao longo do caminho, mas isso está perfeitamente pacificado”, concluiu.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/novo-fala-em-acordo-tacito-da-direita-no-2-turno