Mercosul assina acordo com EFTA e Alckmin defende livre comércio diante de tarifaço dos EUA
Vice-presidente destacou importância do multilateralismo enquanto Congresso discute impactos das tarifas impostas por Donald Trump
Murilo Fagundes
O Mercosul assinou nesta terça-feira (16) o acordo com o EFTA, grupo formado por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein, que abre um mercado de quase 300 milhões de consumidores.
Em um recado direto a Washington, o vice-presidente Geraldo Alckmin defendeu o livre comércio como resposta ao tarifaço de Donald Trump.
“Nós estamos dando uma prova de que é possível fortalecer o multilateralismo, é possível fortalecer o livre comércio. O comércio aproxima os povos, promove o desenvolvimento, promove a paz e nós estamos hoje dando um grande e importante passo”, afirmou Alckmin.
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Em outro capítulo da relação entre Brasil e Estados Unidos, o presidente Lula embarca no domingo para Nova York, onde participa da abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas. Parte da comitiva ainda aguarda a liberação de vistos, inclusive o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
“Só fica preocupado com isso quem quer sair do Brasil, ou quem quer ir para lá para fazer lobby de traição da pátria, como alguns estão fazendo, né? Não é meu interesse, tá certo? Então, eu não tô nem aí em relação a isso”, declarou Padilha.
O Itamaraty solicitou, em agosto, um novo visto para o ministro, mas o documento ainda não foi concedido pelo governo Trump. Os Estados Unidos têm restringido a entrada de autoridades brasileiras e também de familiares de Padilha, em razão de sua participação na criação do programa Mais Médicos.
Mercosul assina acordo com EFTA e Alckmin defende livre comércio diante de tarifaço dos EUAVice-presidente destacou importância do multilateralismo enquanto Congresso discute impactos das tarifas impostas por Donald TrumpPolítica2025-09-16T22:10:07.928ZO Mercosul assinou nesta terça-feira (16) o acordo com o EFTA, grupo formado por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein, que abre um mercado de quase 300 milhões de consumidores. Em um recado direto a Washington, o vice-presidente Geraldo Alckmin defendeu o livre comércio como resposta ao tarifaço de Donald Trump. “Nós estamos dando uma prova de que é possível fortalecer o multilateralismo, é possível fortalecer o livre comércio. O comércio aproxima os povos, promove o desenvolvimento, promove a paz e nós estamos hoje dando um grande e importante passo”, afirmou Alckmin. Enquanto o governo comemorava no Rio de Janeiro a abertura de novos mercados, em Brasília o Congresso Nacional discutia as consequências do tarifaço A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado . Em outro capítulo da relação entre Brasil e Estados Unidos, o presidente Lula embarca no domingo para Nova York, onde participa da abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas. Parte da comitiva ainda aguarda a liberação de vistos, inclusive o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. “Só fica preocupado com isso quem quer sair do Brasil, ou quem quer ir para lá para fazer lobby de traição da pátria, como alguns estão fazendo, né? Não é meu interesse, tá certo? Então, eu não tô nem aí em relação a isso”, declarou Padilha. O Itamaraty solicitou, em agosto, um novo visto para o ministro, mas o documento ainda não foi concedido pelo governo Trump. Os Estados Unidos têm restringido a entrada de autoridades brasileiras e também de familiares de Padilha, em razão de sua participação na criação do programa Mais Médicos.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/mercosul-assina-acordo-com-efta-e-alckmin-defende-livre-comercio-diante-de-tarifaco-dos-eua
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