Governo pede que PF investigue compartilhamento do CPF de Haddad em redes sociais
Casos ocorreram em meio à onda de fake news sobre o Pix e à repercussão negativa sobre ato da Receita Federal
G
Guilherme Resck
16/01/2025, 23:32 • Atualizado em 16/01/2025, 23:32
compartilhar
O gabinete de Haddad recebeu uma denúncia de que um cidadão com número de celular da Bahia estaria disseminando o CPF do ministro em grupos de WhatsApp | Diogo Zacarias/MF
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Em ofício enviado à PF, ao qual o SBT News teve acesso, o ministério relata que, na quarta-feira (15), o gabinete de Haddad recebeu uma denúncia de que um cidadão com número de celular da Bahia estaria disseminando o CPF do ministro em grupos de WhatsApp. Além disso, estaria sugerindo de forma implícita que usem o dado pessoal como meio de identificação em compras e uso de serviços que peçam a identificação do cliente.
Um print enviado pelo denunciante mostra que o número encaminhou uma mensagem em um grupo com o seguinte teor: "Estou começando uma campanha: quando de perguntarem 'CPF na nota?', Responda SIM. E passe esse". Na sequência, inclui o nome de Haddad e o CPF e pergunta: "Será que pega?".
O ofício à PF ressalta que há possibilidade de "exposição da autoridade" no caso. Conforme apurou a reportagem, o gabinete de Haddad identificou que usuários disseminaram o CPF do ministro em publicações em redes sociais também. Todas as publicações sugerem que os compradores informem o dado pessoal do ministro quando um estabelecimento perguntar se deseja colocar CPF na nota fiscal.
O SBT News pediu ao Ministério da Fazenda um posicionamento sobre o episódio e o envio da solicitação de investigação à Polícia Federal, mas a pasta não se manifestou.
Governo pede que PF investigue compartilhamento do CPF de Haddad em redes sociaisCasos ocorreram em meio à onda de fake news sobre o Pix e à repercussão negativa sobre ato da Receita FederalPolítica2025-01-16T23:32:15.383ZO Ministério da Fazenda pediu à Polícia Federal (PF) que investigue o compartilhamento indevido do CPF do titular da pasta, Fernando Haddad, em grupos de WhatsApp e redes sociais. Os casos ocorreram em meio à onda de fake news sobre o Pix e à repercussão negativa sobre . Em ofício enviado à PF, ao qual o SBT News teve acesso, o ministério relata que, na quarta-feira (15), o gabinete de Haddad recebeu uma denúncia de que um cidadão com número de celular da Bahia estaria disseminando o CPF do ministro em grupos de WhatsApp. Além disso, estaria sugerindo de forma implícita que usem o dado pessoal como meio de identificação em compras e uso de serviços que peçam a identificação do cliente. Um print enviado pelo denunciante mostra que o número encaminhou uma mensagem em um grupo com o seguinte teor: "Estou começando uma campanha: quando de perguntarem 'CPF na nota?', Responda SIM. E passe esse". Na sequência, inclui o nome de Haddad e o CPF e pergunta: "Será que pega?". O ofício à PF ressalta que há possibilidade de "exposição da autoridade" no caso. Conforme apurou a reportagem, o gabinete de Haddad identificou que usuários disseminaram o CPF do ministro em publicações em redes sociais também. Todas as publicações sugerem que os compradores informem o dado pessoal do ministro quando um estabelecimento perguntar se deseja colocar CPF na nota fiscal. O SBT News pediu ao Ministério da Fazenda um posicionamento sobre o episódio e o envio da solicitação de investigação à Polícia Federal, mas a pasta não se manifestou. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/governo-pede-que-policia-federal-investigue-compartilhamento-do-cpf-de-haddad-em-redes-sociais