Flávio aciona a Justiça Eleitoral contra diretor-geral da PF
Candidato do PL acusa Andrei Rodrigues de uso político da Polícia Federal após anúncio de apuração sobre suposta interferência internacional nas eleições
André Barbeiro
Candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues | Foto: Reprodução
A equipe jurídica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL)protocolou, neste domingo (11), uma notícia-crime contra o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, na Justiça Eleitoral. A representação pede a abertura de uma investigação para apurar suposto uso da estrutura da corporação em benefício do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição.
🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! Clique aqui
Na petição, a defesa afirma que Rodrigues anunciou, no dia do primeiro turno das eleições, em 4 de outubro, uma apuração preliminar sobre possível interferência internacional no pleito. O procedimento teve como ponto de partida uma reportagem do jornal britânico The Guardian sobre recursos que poderiam ser destinados a um programa relacionado ao Brasil pelo governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT,Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung, LG e Roku.
Os advogados de Flávio alegam que a divulgação ocorreu sem elementos suficientes e poderia influenciar o eleitorado.
“É esse triste quadro de manipulação da vontade popular que se submete à apreciação de Vossa Excelência”, afirma a notícia-crime.
O documento também sustenta que o procedimento anunciado pela PF foi arquivado em 7 de outubro por ausência de justa causa. Para a defesa, a conduta pode se enquadrar nos artigos 346 e 377 do Código Eleitoral, que tratam do uso de serviços públicos para beneficiar partidos políticos.
A equipe jurídica pede que os fatos sejam investigados pelo Ministério Público Eleitoral ou sob sua supervisão, além da realização de diligências para esclarecer o caso.
Flávio aciona a Justiça Eleitoral contra diretor-geral da PFCandidato do PL acusa Andrei Rodrigues de uso político da Polícia Federal após anúncio de apuração sobre suposta interferência internacional nas eleiçõesPolítica2026-10-11T21:23:44.887ZA equipe jurídica da campanha de protocolou, neste domingo (11), uma notícia-crime contra o diretor-geral da Polícia Federal, , na Justiça Eleitoral. A representação pede a abertura de uma investigação para apurar suposto uso da estrutura da corporação em benefício do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição. 🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! Na petição, a defesa afirma que Rodrigues anunciou, no dia do primeiro turno das eleições, em 4 de outubro, uma apuração preliminar sobre possível interferência internacional no pleito. O procedimento teve como ponto de partida uma reportagem do jornal britânico The Guardian sobre recursos que poderiam ser destinados a um programa relacionado ao Brasil pelo governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump. Os advogados de Flávio alegam que a divulgação ocorreu sem elementos suficientes e poderia influenciar o eleitorado. “É esse triste quadro de manipulação da vontade popular que se submete à apreciação de Vossa Excelência”, afirma a notícia-crime. O documento também sustenta que o procedimento anunciado pela PF foi arquivado em 7 de outubro por ausência de justa causa. Para a defesa, a conduta pode se enquadrar nos artigos 346 e 377 do Código Eleitoral, que tratam do uso de serviços públicos para beneficiar partidos políticos. A equipe jurídica pede que os fatos sejam investigados pelo Ministério Público Eleitoral ou sob sua supervisão, além da realização de diligências para esclarecer o caso. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/flavio-aciona-a-justica-eleitoral-contra-diretor-geral-da-pf
Candidato do PL afirma que adversários mentem sobre o Bolsa Família e o salário mínimo e cobra mais agilidade da Justiça Eleitoral no combate à desinformação
Em ato na Paulista, presidente disse estar “desconfiado” depois de ministro Kássio Nunes Marques derrubar canal de WhatsApp com 3,3 milhões de seguidores