Ex-ministro de Bolsonaro aposta, agora, em eleição de Caiado
Luiz Henrique Mandetta diz que Brasil precisa aprender com a pandemia e afirma que eventual ministério da Saúde de Caiado deve reunir “as melhores pessoas”
André Barbeiro , Nathalia Fruet, Victoria Abel, Ranier Bragon
Luiz Henrique Mandetta em entrevista ao SBT News | Reprodução
Luiz Henrique Mandetta, um dos ex-ministros da Saúde de Jair Bolsonaro, evitou dizer se pretende voltar ao cargo em um eventual governo de Ronaldo Caiado (PSD), com quem trabalha atualmente, de maneira voluntária, como coordenador de projetos para a saúde, na campanha à Presidência da República. Em entrevista ao SBT News, ele afirmou que, por enquanto, quer “dar o melhor” de si para ajudar na candidatura do ex-governador de Goiás, mas ressaltou: “tenho um querer muito grande pelo SUS, pelo Brasil”.
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Mandetta disse que prefere não falar sobre uma possível indicação à Pasta, pois a prioridade, neste momento, é apresentar aos eleitores as propostas do candidato. Para ele, caso seja eleito, Caiado deverá escolher profissionais que considere preparados para compor o governo.
“Sou um brasileiro, um voluntário na campanha dele, e por enquanto o que quero fazer é dar o melhor de mim, para mostrar para as pessoas que ele é extremamente preparado”, acrescentou.
Ex-ministro critica politização da vacina
Durante a entrevista, o ex-ministro também voltou a avaliar a condução da pandemia de Covid-19 no Brasil. Para Mandetta, a politização da vacina pode ter contribuído para o agravamento da crise sanitária.
"Se tivéssemos tido mais ênfase na vacinação, com certeza, aplicaríamos mais vacinas, em um menor período de tempo, e talvez não tivéssemos tido a segunda onda, que foi a pior de todas", afirmou.
Ele ainda defendeu que as decisões tomadas durante o período sejam estudadas para que o país esteja mais preparado diante de uma nova emergência sanitária.
“O Brasil deveria ter aprendido com a pandemia. A questão não é se vamos ter outro vírus que impactará mundialmente, mas quando isso acontecerá”, disse.
Luiz Henrique Mandetta foi escolhido por Jair Bolsonaro para comandar o Ministério da Saúde no início do governo, em 1º de janeiro de 2019. Ele permaneceu no cargo até 16 de abril de 2020, quando foi demitido pelo então presidente em meio à pandemia de Covid-19.
À época, Mandetta defendia publicamente medidas de enfrentamento à doença e a adoção de vacinas, em uma postura que passou a divergir das posições do presidente sobre a condução da crise sanitária.
Ex-ministro de Bolsonaro aposta, agora, em eleição de CaiadoLuiz Henrique Mandetta diz que Brasil precisa aprender com a pandemia e afirma que eventual ministério da Saúde de Caiado deve reunir “as melhores pessoas”Política2026-08-21T21:15:49.533ZLuiz Henrique Mandetta, um dos ex-ministros da Saúde de Jair Bolsonaro, evitou dizer se pretende voltar ao cargo em um eventual governo de Ronaldo Caiado (PSD), com quem trabalha atualmente, de maneira voluntária, . Em entrevista ao SBT News, ele afirmou que, por enquanto, quer “dar o melhor” de si para ajudar na candidatura do ex-governador de Goiás, mas ressaltou: “tenho um querer muito grande pelo SUS, pelo Brasil”. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. Mandetta disse que prefere não falar sobre uma possível indicação à Pasta, pois a prioridade, neste momento, é apresentar aos eleitores as propostas do candidato. Para ele, caso seja eleito, Caiado deverá escolher profissionais que considere preparados para compor o governo. “Sou um brasileiro, um voluntário na campanha dele, e por enquanto o que quero fazer é dar o melhor de mim, para mostrar para as pessoas que ele é extremamente preparado”, acrescentou. Ex-ministro critica politização da vacina Durante a entrevista, o ex-ministro também voltou a avaliar a condução da pandemia de Covid-19 no Brasil. Para Mandetta, a politização da vacina pode ter contribuído para o agravamento da crise sanitária. "Se tivéssemos tido mais ênfase na vacinação, com certeza, aplicaríamos mais vacinas, em um menor período de tempo, e talvez não tivéssemos tido a segunda onda, que foi a pior de todas", afirmou. Ele ainda defendeu que as decisões tomadas durante o período sejam estudadas para que o país esteja mais preparado diante de uma nova emergência sanitária. “O Brasil deveria ter aprendido com a pandemia. A questão não é se vamos ter outro vírus que impactará mundialmente, mas quando isso acontecerá”, disse. Luiz Henrique Mandetta foi escolhido por Jair Bolsonaro para comandar o Ministério da Saúde no início do governo, em 1º de janeiro de 2019. Ele permaneceu no cargo até 16 de abril de 2020, quando foi demitido pelo então presidente em meio à pandemia de Covid-19. À época, Mandetta defendia publicamente medidas de enfrentamento à doença e a adoção de vacinas, em uma postura que passou a divergir das posições do presidente sobre a condução da crise sanitária. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/ex-ministro-de-bolsonaro-aposta-agora-em-eleicao-de-caiado
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