Diretora do TSE não vê maior interesse dos EUA em eleição-26
Renata Gil afirma ao SBT News que eleição no Brasil é referência internacional e que registro de observadores externos segue fluxo de rotina
Basília Rodrigues
Renata Gil, diretora do TSE, não vê aumento de observadores dos EUA no Brasil | Divulgação/Amaerj
A nova diretora de Relações Internacionais do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Renata Gil, afirmou ao SBT News que o interesse de observadores estrangeiros nas eleições do Brasil neste ano segue um fluxo de rotina, incluindo observadores que virão dos Estados Unidos.
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“Não há sentimento de aumento da curiosidade. Sempre houve curiosidade, o interesse é grande pelo nosso sistema de urnas eletrônicas. Os observadores são impressionados com a capilaridade humana da Justiça eleitoral”, avaliou, diante da expectativa de que as eleições deste ano atraiam mais atenção de outros países.
“Não se tem notícia de aumento de quantidade [de observadores americanos]. O sistema é rotineiro”, explicou à coluna, ao ser questionada especificamente sobre interessados que venham representando instituições dos Estados Unidos.
A expectativa é de que mais de 100 observadores de vários países venham ao Brasil para acompanhar o pleito de outubro.
Para a diretora, o interesse de representantes de outros países se repete a cada eleição e confirma que o Brasil é uma referência na organização do processo eleitoral.
“O Brasil é referência internacional em termos eleitorais e, a cada ano que passa, mais observadores internacionais e nacionais avaliam publicamente o sistema eleitoral brasileiro”, disse.
A magistrada integrou o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), idealizou a campanha Sinal Vermelho, sobre violência contra mulheres, implementada em consulados brasileiros; presidiu a AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) e atuou na elaboração do Estatuto da Mulher Diplomata, da AMDB (Associação das Mulheres Diplomatas do Brasil).
Diretora do TSE não vê maior interesse dos EUA em eleição-26Renata Gil afirma ao SBT News que eleição no Brasil é referência internacional e que registro de observadores externos segue fluxo de rotinaPolítica2026-06-16T09:00:00.000ZA nova diretora de Relações Internacionais do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Renata Gil, afirmou ao SBT News que o interesse de observadores estrangeiros nas eleições do Brasil neste ano segue um fluxo de rotina, incluindo observadores que virão dos Estados Unidos. “Não há sentimento de aumento da curiosidade. Sempre houve curiosidade, o interesse é grande pelo nosso sistema de urnas eletrônicas. Os observadores são impressionados com a capilaridade humana da Justiça eleitoral”, avaliou, diante da expectativa de que as eleições deste ano atraiam mais atenção de outros países. “Não se tem notícia de aumento de quantidade [de observadores americanos]. O sistema é rotineiro”, explicou à coluna, ao ser questionada especificamente sobre interessados que venham representando instituições dos Estados Unidos. A expectativa é de que mais de 100 observadores de vários países venham ao Brasil para acompanhar o pleito de outubro. Para a diretora, o interesse de representantes de outros países se repete a cada eleição e confirma que o Brasil é uma referência na organização do processo eleitoral. “O Brasil é referência internacional em termos eleitorais e, a cada ano que passa, mais observadores internacionais e nacionais avaliam publicamente o sistema eleitoral brasileiro”, disse. A criação de duas diretorias no TSE — uma de ações estratégicas e outra de relações internacionais — Renata, que é juíza de carreira, assumiu neste mês. A magistrada integrou o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), idealizou a campanha Sinal Vermelho, sobre violência contra mulheres, implementada em consulados brasileiros; presidiu a AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) e atuou na elaboração do Estatuto da Mulher Diplomata, da AMDB (Associação das Mulheres Diplomatas do Brasil).São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/diretora-do-tse-nao-ve-aumento-de-observadores-dos-eua