Política

Defesa de Bolsonaro pede ao STF autorização para cirurgia no ombro

Advogados solicitam liberação para procedimento no dia 24 ou 25 de abril, com etapas pré e pós-operatórias incluídas

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Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) | Divulgação/Fellipe Sampaio/STF

Os advogados de defesa de Jair Bolsonaro enviaram um pedido nesta terça-feira (21) ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando autorização para que o ex-presidente realize uma cirurgia no ombro direito. O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes.

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Segundo a defesa, Bolsonaro apresenta dor persistente e limitação de movimentos no ombro, mesmo após tratamento com medicamentos. Exames apontam lesões na região, e um médico indicou a realização de cirurgia para correção do problema.

No documento, os advogados afirmam que o procedimento é necessário para preservar a função do membro e a qualidade de vida do ex-presidente.

A defesa pede autorização para que a cirurgia seja realizada no dia 24 ou 25 de abril. Também solicita que a liberação inclua todas as etapas do tratamento, como exames preparatórios, internação, realização do procedimento, período pós-operatório e reabilitação.

Os advogados também pedem que o caso seja analisado com urgência, por se tratar de uma questão de saúde.

Boletim médico anterior indicou recomendação de cirurgia

Um boletim médico apresentado ao STF no dia 17 de abril apontou que Bolsonaro apresentou melhora no quadro de saúde e está apto para a cirurgia no ombro direito. O relatório já indicava que ele vinha se queixando de dores na região, fazia uso diário de analgésicos e realizava fisioterapia para tentar recuperar a mobilidade.

O documento também relata episódios de dor e fadiga durante as sessões, o que levou à interrupção temporária do tratamento em um dos atendimentos. Apesar disso, Bolsonaro voltou a realizar atividades leves nos dias seguintes, com melhora na tolerância ao esforço.

Segundo o médico responsável, o quadro não respondeu como esperado à fisioterapia e, por isso, foi indicada a cirurgia para corrigir as lesões no ombro.

Por determinação de Alexandre de Moraes, a equipe médica deve enviar atualizações semanais sobre o estado de saúde do ex-presidente. Bolsonaro cumpre prisão domiciliar por 90 dias desde 27 de março.

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