CPMI do INSS: Milton Salvador nega sociedade com "Careca do INSS"
Técnico de contabilidade disse que atuou apenas como consultor financeiro
V
Victória Melo
O empresário Milton Salvador de Almeida Junior durante a CPMI do INSS | Carlos Moura/Agência Senado
Em depoimento à Comissão Parlamentar Mista (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) nesta quinta-feira (18), Milton Salvador de Almeida Júnior negou ter sido sócio de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. Ele disse ter atuado apenas como prestador de serviços na área financeira.
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“Não sou, nunca fui e jamais serei sócio dele”, afirmou. Segundo Milton, ele foi contratado em fevereiro de 2024 para consultoria administrativa e financeira. Ele destacou que todos os recebimentos foram feitos por meio de notas fiscais e que jamais recebeu dividendos ou lucros das empresas ligadas a Antunes.
Na Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, Milton chegou a ser apontado como sócio de Antônio Antunes em diferentes organizações. Em sua fala, porém, alegou que seu nome constava nos estatutos apenas para viabilizar operações bancárias e que pediu desligamento assim que foi citado na investigação.
Milton também detalhou sua trajetória profissional. Disse ter trabalhado por 19 anos nas Organizações Paulo Octávio, em Brasília, antes de aceitar a proposta de Antunes após convite feito por meio de currículo publicado no LinkedIn.
CPMI do INSS: Milton Salvador nega sociedade com "Careca do INSS"Técnico de contabilidade disse que atuou apenas como consultor financeiroPolítica2025-09-19T01:34:50.024ZEm depoimento à Comissão Parlamentar Mista (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) nesta quinta-feira (18), Milton Salvador de Almeida Júnior negou ter sido sócio de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. Ele disse ter atuado apenas como prestador de serviços na área financeira. “Não sou, nunca fui e jamais serei sócio dele”, afirmou. Segundo Milton, ele foi contratado em fevereiro de 2024 para consultoria administrativa e financeira. Ele destacou que todos os recebimentos foram feitos por meio de notas fiscais e que jamais recebeu dividendos ou lucros das empresas ligadas a Antunes. Na Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, Milton chegou a ser apontado como sócio de Antônio Antunes em diferentes organizações. Em sua fala, porém, alegou que seu nome constava nos estatutos apenas para viabilizar operações bancárias e que pediu desligamento assim que foi citado na investigação. Milton também detalhou sua trajetória profissional. Disse ter trabalhado por 19 anos nas Organizações Paulo Octávio, em Brasília, antes de aceitar a proposta de Antunes após convite feito por meio de currículo publicado no LinkedIn. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/cpmi-do-inss-milton-salvador-nega-sociedade-com-careca-do-inss
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