Política

Boulos defende investigação de Lulinha e rebate oposição

Ministro defende continuidade das apurações e diz que oposição “não tem autoridade moral” para explorar o caso

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Larissa Alves
Lulinha e Boulos | Foto: Reprodução

Lulinha e Boulos | Foto: Reprodução

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL), afirmou nesta sexta-feira (7) que as investigações que envolvem Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT), devem seguir e que quem tiver algo a responder deve ser responsabilizado.

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Questionado sobre o impacto do caso na campanha e se Lula deveria dar respostas sobre as suspeitas que envolvem o próprio filho, Boulos lembrou uma declaração do presidente quando Fábio foi citado anteriormente nas investigações.

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“Qual foi a fala do presidente da República para todos vocês em uma coletiva no Palácio do Planalto? ‘Se meu filho dever algo, que pague.’ Simples assim”, afirmou.

Boulos disse que as apurações não foram interrompidas depois de chegarem ao filho do presidente.

Ao falar sobre o uso político do caso durante a campanha, o ministro atacou a oposição. “A oposição não tem autoridade moral para dizer um A sobre esse caso.”

Boulos comparou a situação às investigações que atingiram Flávio Bolsonaro (PL) durante o governo do pai e acusou o ex-presidente Jair Bolsonaro de interferir na Polícia Federal naquele período.

No fim da resposta, defendeu que a apuração sobre Lulinha continue, mas ressaltou a presunção de inocência.

“A investigação seja feita, com presunção de inocência, e quem tiver algo a responder, responda.”

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