Política

Alcolumbre votará fim da escala 6x1 na quarta-feira (14)

Presidente do Senado pautou PEC para votação no primeiro turno; governo Lula tenta articular conclusão antes das eleições

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Lula (PT) e Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) | Divulgação/Ricardo Stuckert/PR

Lula (PT) e Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) | Divulgação/Ricardo Stuckert/PR

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), pautou para a próxima quarta-feira (14) a votação em primeiro turno da proposta que acaba com a escala 6x1 e torna obrigatório ao menos dois dias de folga semanais para os trabalhadores sem descontos salariais.

A sessão será realizada de forma semipresencial, o que permite a participação à distância dos senadores.

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"Cumpro, assim, o compromisso de colocar a proposta em votação, com responsabilidade, diálogo e respeito ao rito regimental. Caberá a cada senador e a cada senadora decidir com liberdade, consciência e convicção", disse Alcolumbre em nota.

Por se tratar de Proposta de Emenda à Constituição (PEC), o texto precisa ser aprovado por ⅗ do senadores (49) em dois turnos de votação. De terça (6) até quinta (8), o Senado realizou três das cinco sessões exigidas para que o texto pudesse ser votado. A previsão agora é fazer as duas restantes na próxima semana, o que já abre margem para aprovar a proposta no primeiro turno.

O impasse resta sobe como será a votação em segundo turno. Isso porque o regimento do Senado exige mais três sessões de discussão antes de uma nova votação.

De olho no problema, a base do governo Lula (PT) articula um requerimento para aprovar um calendário especial que encurte esse prazo e permita aprovar a medida antes de 25 de outubro, data do segundo turno das eleições.

Integrantes da base governista também pretendem fazer um trabalho de convencimento de que a jornada e a escala de trabalho podem ser modificadas, ao mesmo tempo, com adaptações nas rotinas dos diferentes setores e, na sequência, também com a aprovação de regramentos específicos para algumas categorias.

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