Alcolumbre cita "compromissos pessoais" e não vai a evento no Planalto contra feminicídio
Cerimônia que marca 100 dias do Pacto Brasil Entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio terá Lula, Motta e Fachin
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Cézar Feitoza, Felipe Moraes
20/05/2026, 13:46 • Atualizado em 20/05/2026, 14:54
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Presidente do Congresso e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) | Divulgação/Waldemir Barreto/Agência Senado
O presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), não vai participar de evento em alusão aos 100 dias do Pacto Brasil entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio, marcado para a manhã desta quarta-feira (20), no Palácio do Planalto. A assessoria do parlamentar afirmou que ele tem "compromissos pessoais".
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A cerimônia, que também marca reunião do Comitê Gestor do Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, tem presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e dos presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). O Senado é representado por Humberto Costa (PT-PE).
Com o slogan "Todos por Todas", o pacto articula ações entre governo, estados, municípios e Distrito Federal para ampliar políticas públicas de acolhimento, proteção e justiça e enfrentar o feminicídio.
O evento desta quarta apresenta balanço de ações implementadas desde o lançamento da iniciativa, em fevereiro, e deve destacar medidas como prevenção à violência contra mulheres e meninas, fortalecimento de redes de proteção e responsabilização de agressores.
A relação entre Lula e Alcolumbre segue estremecida desde as derrotas do governo no fim de abril, com a rejeição do Senado à indicação de Jorge Messias para o cargo de ministro do STF e a derrubada do veto integral ao PL da Dosimetria, projeto que reduz penas de condenados pelos atos golpistas do 8 de janeiro.
Alcolumbre pode impor novo revés ao governo Lula na quinta (21), data prevista para o que Congresso analise, em sessão conjunta, vetos presidenciais a trechos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que impedem municípios de até 65 mil habitantes com dívidas pendentes com União de receber emendas e outros recursos.
A votação ocorre em meio à 27ª Marcha em Defesa dos Municípios, que começou segunda (18) e termina nesta quinta. Alcolumbre participou do encontro.
A LDO, que guia a elaboração do Orçamento, foi aprovada pelo Congresso no fim de 2025, mas Lula barrou dispositivos que autorizavam celebração de convênios por munícipios inadimplentes com até 65 mil habitantes.
O Planalto citou vício de inconstitucionalidade e contrariedade desses trechos ao "interesse público". Ao todo, 44 dispositivos foram vetados.
Alcolumbre cita "compromissos pessoais" e não vai a evento no Planalto contra feminicídioCerimônia que marca 100 dias do Pacto Brasil Entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio terá Lula, Motta e FachinPolítica2026-05-20T13:46:59.770ZO presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), não vai participar de evento em alusão aos 100 dias do Pacto Brasil entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio, marcado para a manhã desta quarta-feira (20), no Palácio do Planalto. A assessoria do parlamentar afirmou que ele tem "compromissos pessoais". A cerimônia, que também marca reunião do Comitê Gestor do Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, tem presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e dos presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). O Senado é representado por Humberto Costa (PT-PE). Com o slogan "Todos por Todas", o pacto articula ações entre governo, estados, municípios e Distrito Federal para ampliar políticas públicas de acolhimento, proteção e justiça e enfrentar o feminicídio. O evento desta quarta apresenta balanço de ações implementadas desde o lançamento da iniciativa, em fevereiro, e deve destacar medidas como prevenção à violência contra mulheres e meninas, fortalecimento de redes de proteção e responsabilização de agressores. A relação entre Lula e Alcolumbre segue estremecida desde as derrotas do governo no fim de abril, com a rejeição do Senado à indicação de Jorge Messias para o cargo de ministro do STF e a derrubada do veto integral ao PL da Dosimetria, projeto que reduz penas de condenados pelos atos golpistas do 8 de janeiro. Como mostrou a analista Basília Rodrigues, do SBT News, , que segue no comando da Advocacia-Geral da União (AGU). Essa segunda votação, porém, pode ficar para 2027, já que . Alcolumbre pode impor novo revés ao governo Lula na quinta (21), data prevista para o que Congresso analise, em sessão conjunta, vetos presidenciais a trechos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que impedem municípios de até 65 mil habitantes com dívidas pendentes com União de receber emendas e outros recursos. A votação ocorre em meio à 27ª Marcha em Defesa dos Municípios, que começou segunda (18) e termina nesta quinta. Alcolumbre participou do encontro. A LDO, que guia a elaboração do Orçamento, foi aprovada pelo Congresso no fim de 2025, mas Lula barrou dispositivos que autorizavam celebração de convênios por munícipios inadimplentes com até 65 mil habitantes. O Planalto citou vício de inconstitucionalidade e contrariedade desses trechos ao "interesse público". Ao todo, 44 dispositivos foram vetados.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/alcolumbre-cita-compromissos-pessoais-e-nao-vai-a-evento-no-planalto-contra-feminicidio