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Alckmin abriu a fala com “companheiros, companheiras”, bordão tradicionalmente usado por Lula, e fez uma série de críticas indiretas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a aliados, sem citá-los nominalmente.
O vice-presidente recorreu ao lema “Deus, Pátria, Família e Liberdade”, utilizado pela direita bolsonarista, para rebater pautas associadas ao ex-presidente e a seus apoiadores.
Ao abordar o primeiro termo, afirmou que “Deus é amor” e que não se pode usar seu nome “em vão” como para “arquitetar o assassinato daqueles que o povo legitimamente elegeu”, em referência ao plano “Punhal Verde e Amarelo” que pretendia matar Lula, Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no fim de 2022.
Ao falar sobre “pátria”, Alckmin afirmou que o termo representa “união, não entreguismo”.
“Não é você trabalhar lá fora contra o interesse do país”, disse.
O vice-presidente também retomou a condução da pandemia de covid-19 ao abordar o significado de família. “Família é paixão, não 700 mil enlutadas”, afirmou.
A defesa da democracia ganhou espaço na parte final das críticas. Além de dizer que não se pode “falar em liberdade querendo derrubar a democracia”, o vice-presidente afirmou que o conceito é incompatível com o uso da máquina pública para interferir no direito ao voto.
Alckmin também exaltou a nova geração do PSB. “O futuro começa hoje. Ele se chama juventude”, afirmou, ao citar o presidente nacional da sigla, João Campos, e a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP).
Alckmin: quem não crê na democracia não deveria pedir votoEm convenção do PSB, candidato a vice de Lula fez críticas indiretas a Bolsonaro ao falar de tentativa de golpe e interferência estrangeiraPolítica2026-07-30T03:11:57.788ZO vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou nesta quarta-feira (29) que “quem não acredita em democracia não deveria disputar a eleição” nem “pedir voto”. A declaração foi dada durante a convenção nacional do PSB que . Alckmin abriu a fala com “companheiros, companheiras”, bordão tradicionalmente usado por Lula, e fez uma série de críticas indiretas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a aliados, sem citá-los nominalmente. O vice-presidente recorreu ao lema “Deus, Pátria, Família e Liberdade”, utilizado pela direita bolsonarista, para rebater pautas associadas ao ex-presidente e a seus apoiadores. Ao abordar o primeiro termo, afirmou que “Deus é amor” e que não se pode usar seu nome “em vão” como para “arquitetar o assassinato daqueles que o povo legitimamente elegeu”, em referência ao plano “Punhal Verde e Amarelo” que pretendia matar Lula, Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no fim de 2022. Ao falar sobre “pátria”, Alckmin afirmou que o termo representa “união, não entreguismo”. “Não é você trabalhar lá fora contra o interesse do país”, disse. O vice-presidente também retomou a condução da pandemia de covid-19 ao abordar o significado de família. “Família é paixão, não 700 mil enlutadas”, afirmou. A defesa da democracia ganhou espaço na parte final das críticas. Além de dizer que não se pode “falar em liberdade querendo derrubar a democracia”, o vice-presidente afirmou que o conceito é incompatível com o uso da máquina pública para interferir no direito ao voto. Alckmin também exaltou a nova geração do PSB. “O futuro começa hoje. Ele se chama juventude”, afirmou, ao citar o presidente nacional da sigla, João Campos, e a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP).São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/alckmin-quem-nao-cre-na-democracia-nao-deveria-pedir-voto
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