Política

Alckmin diz que deixará o Ministério do Desenvolvimento em 4 de abril

Prazo segue regra eleitoral para ministros que pretendem disputar cargos; participação do vice-presidente na chapa de 2026 ainda é indefinida

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Jessica Cardoso, Hariane Bittencourt
05/03/2026, 19:02 • Atualizado em 05/03/2026, 19:21
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O vice-presidente Geraldo Alckmin | Lula Marques/Agência Brasil

O vice-presidente Geraldo Alckmin | Lula Marques/Agência Brasil

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou nesta quinta-feira (5) que deixará o comando da pasta em 4 de abril.

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A declaração foi dada após questionamento de jornalistas sobre quando ocorreria sua saída do ministério, durante a divulgação dos dados da balança comercial de fevereiro.

“A data da lei, 4 de abril. Não, vice-presidência não tem desincompatibilização. Só o ministério”, disse Alckmin em tom descontraído, explicando que a exigência legal de afastamento vale apenas para ministros que pretendem concorrer nas eleições.

Pela legislação eleitoral, ministros de Estado precisam se desincompatibilizar seis meses antes do pleito para disputar cargos eletivos. Como o primeiro turno das eleições de 2026 está marcado para 4 de outubro, o prazo para deixar o cargo ministerial é 4 de abril.

Ainda não está definido se Alckmin integrará a chapa à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2026.

Em entrevista ao SBT News nesta semana, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, defendeu a manutenção do vice-presidente na chapa.

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