Polícia fecha fábrica de azeite de oliva falsificado no RJ
Empresa misturava óleos para aumentar e baratear a produção, que acontecia em condições precárias
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Raissa Lomonte
Polícia fecha fábrica clandestina de azeite de oliva falsificado no Rio de Janeiro. Foto: Divulgação
Uma fábrica clandestina que misturava diferentes óleos, incluindo óleo de soja, em condições precárias, foi interditada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro.
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O estabelecimento em Saquarema realizava as misturas com o intuito de aumentar o volume da produção e, posteriormente, rotulava o produto como "azeite extra virgem importado", comercializando-o para varejistas no Rio de Janeiro e em outros Estados.
Além do proprietário, o químico responsável pela linha de azeites falsificados também foi detido.
As investigações da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), em colaboração com o Ministério da Agricultura e Pecuária, revelaram que a empresa importava azeite de oliva regularmente, porém adulterava o produto, realizando um novo envase e rotulagem.
Durante a operação, denominada Getsêmani, foram apreendidos milhares de litros de azeite extra virgem, óleo de soja, garrafas, tampas, rótulos falsos, tonéis e equipamentos industriais utilizados na fraude. Todo o material apreendido passará por perícia antes de ser destruído.
Polícia fecha fábrica de azeite de oliva falsificado no RJEmpresa misturava óleos para aumentar e baratear a produção, que acontecia em condições precáriasCidades2024-03-08T20:57:38.967ZUma fábrica clandestina que misturava diferentes óleos, incluindo óleo de soja, em condições precárias, foi interditada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. O estabelecimento em Saquarema realizava as misturas com o intuito de aumentar o volume da produção e, posteriormente, rotulava o produto como "azeite extra virgem importado", comercializando-o para varejistas no Rio de Janeiro e em outros Estados. Além do proprietário, o químico responsável pela linha de azeites falsificados também foi detido. As investigações da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), em colaboração com o Ministério da Agricultura e Pecuária, revelaram que a empresa importava azeite de oliva regularmente, porém adulterava o produto, realizando um novo envase e rotulagem. Durante a operação, denominada Getsêmani, foram apreendidos milhares de litros de azeite extra virgem, óleo de soja, garrafas, tampas, rótulos falsos, tonéis e equipamentos industriais utilizados na fraude. Todo o material apreendido passará por perícia antes de ser destruído.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/policia-fecha-fabrica-de-azeite-de-oliva-falsificado-no-rj
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