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PM que matou mulher à queima-roupa em SP é preso

Agente foi preso em flagrante após atirar contra mulher armada com uma faca no Parque São Domingos; caso será investigado pelo DHPP e pela Corregedoria da PM

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PM que matou mulher à queima-roupa em SP é preso

PM que matou mulher à queima-roupa em SP é preso

O policial militar que atirou à queima-roupa e matou uma mulher na tarde desta quinta-feira (15), em São Paulo, foi preso em flagrante. A informação foi confirmada pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).

Segundo a pasta, o agente foi encaminhado ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pela investigação do caso. Um Inquérito Policial Militar (IPM) também foi instaurado, com acompanhamento da Corregedoria da Polícia Militar.

Em nota, a SSP-SP afirmou que não tolera desvios de conduta. A arma utilizada pelo policial foi apreendida para perícia, e o local da ocorrência foi preservado até a chegada de equipes do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico Legal (IML).

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Entenda o caso

A vítima, que não teve a identidade divulgada, morreu após avançar contra policiais militares com uma faca em um cruzamento da avenida Mutinga, no Parque São Domingos, na zona oeste da capital. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que ela se aproxima dos agentes e é atingida por um disparo à queima-roupa.

O caso ocorre em meio a questionamentos sobre outras duas mortes em ações policiais registradas neste mês na capital paulista, que somaram 51 disparos contra as vítimas.

Em 3 de outubro, Antonio Nunes Batista foi atingido por 24 tiros na Brasilândia, na zona norte de São Paulo, após avançar contra policiais militares com uma faca, segundo informações encaminhadas à Ouvidoria da Polícia.

Já em 10 de outubro, Gustavo Munis de Santana foi baleado 27 vezes durante uma abordagem policial em Moema, na zona sul da cidade. De acordo com a Ouvidoria, os agentes teriam confundido o celular do jovem com uma arma de fogo.

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