Mulher com guia sofre intolerância religiosa no metrô de Salvador
Crime foi repudiado pela empresa administradora do trecho e por Ministério; vítima foi criticada e hostilizada por homem
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Primeiro Impacto
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O interior de um vagão de metrô em Salvador foi palco para uma discussão entre passageiros, com um deles cometendo o crime de intolerância e racismo religioso. O caso foi registrado na segunda-feira (15).
Uma mulher que usava uma guia, colar de contas ornamentado usado por pessoas das religiões de matriz africana, como candomblé e umbanda, foi hostilizada por um homem que dizia que a mulher “iria arder no inferno”. O inferno é descrito e presente, geralmente, em religiões monoteístas, como o cristianismo, judaísmo ou islamismo.
A discussão foi registrada enquanto o metrô estava entre as estações Pituaçu e Tamburugy. Diante da situação, a mulher desceu do vagão e, segundo a concessionária CCR Metrô Bahia, os seguranças não foram chamados.
Em nota, a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais repudiou o caso e afirmou que entrou em contato com o advogado da vítima para, depois, denunciar o crime. A empresa que administra a linha também condenou a intolerância religiosa e pede que todos os casos do tipo sejam registrados.
Mulher com guia sofre intolerância religiosa no metrô de Salvador Crime foi repudiado pela empresa administradora do trecho e por Ministério; vítima foi criticada e hostilizada por homem Cidades2024-01-16T15:41:10.368Z O interior de um vagão de metrô em Salvador foi palco para uma discussão entre passageiros, com um deles cometendo o crime de intolerância e racismo religioso. O caso foi registrado na segunda-feira (15). Uma mulher que usava uma guia, colar de contas ornamentado usado por pessoas das religiões de matriz africana, como candomblé e umbanda, foi hostilizada por um homem que dizia que a mulher “iria arder no inferno”. O inferno é descrito e presente, geralmente, em religiões monoteístas, como o cristianismo, judaísmo ou islamismo. A discussão foi registrada enquanto o metrô estava entre as estações Pituaçu e Tamburugy. Diante da situação, a mulher desceu do vagão e, segundo a concessionária CCR Metrô Bahia, os seguranças não foram chamados. Em nota, a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais repudiou o caso e afirmou que entrou em contato com o advogado da vítima para, depois, denunciar o crime. A empresa que administra a linha também condenou a intolerância religiosa e pede que todos os casos do tipo sejam registrados. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/intolerancia-religiosa-e-registrada-no-metro-de-salvador