Deolane divulga carta da prisão e nega ligação com facção
Influenciadora afirma ser alvo de perseguição e diz: “Não sou e nunca fui bandida"
Antonio Souza
27/05/2026, 03:01 • Atualizado em 27/05/2026, 03:01
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A advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra divulgou nesta terça-feira (26) uma carta escrita da prisão na qual afirma ser vítima de "perseguição" e nega qualquer ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC).
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Na mensagem, a influenciadora afirmou que está presa injustamente: “Não sou e nunca fui bandida. Sou mãe, sou empresária, sou advogada”, escreveu. A advogada também criticou a forma como foi presa e disse ter sido acordada “com um fuzil apontado para o rosto”.
Ela afirmou que sua vida pública sempre foi conhecida pelas autoridades e negou informações divulgadas sobre supostas empresas registradas em seu nome: “É mentira que tenho 37 empresas em meu nome”, escreveu.
Deolane foi presa durante uma operação do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil contra um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
A investigação também mira familiares de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como chefe da facção criminosa e que já cumpre pena no sistema prisional federal.,
Segundo a investigação, o esquema envolvia uma transportadora de cargas de Presidente Venceslau, no interior paulista, apontada pelos investigadores como braço financeiro do PCC. A apuração indica que empresas, contas bancárias e bens de alto valor eram usados para esconder a origem dos recursos e reinserir o dinheiro no sistema formal.
Segundo os investigadores, a influenciadora passou a ser alvo após a identificação de movimentações milionárias e incompatibilidades patrimoniais, além de relações pessoais e empresariais com pessoas ligadas ao esquema. A investigação aponta uso de estruturas empresariais e patrimônio de alto padrão para dificultar o rastreamento do dinheiro.
A operação também determinou o bloqueio de mais de R$ 327 milhões, além do sequestro de 17 veículos, incluindo carros de luxo avaliados em mais de R$ 8 milhões, e quatro imóveis ligados aos investigados.
Deolane divulga carta da prisão e nega ligação com facçãoInfluenciadora afirma ser alvo de perseguição e diz: “Não sou e nunca fui bandida"Cidades2026-05-27T03:01:54.807ZA advogada e influenciadora digital divulgou nesta terça-feira (26) uma carta escrita da prisão na qual afirma ser vítima de "perseguição" e nega qualquer ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). . O texto foi publicado nas redes sociais da irmã dela, Dayane Bezerra. Na mensagem, a influenciadora afirmou que está presa injustamente: “Não sou e nunca fui bandida. Sou mãe, sou empresária, sou advogada”, escreveu. A advogada também criticou a forma como foi presa e disse ter sido acordada “com um fuzil apontado para o rosto”. + Ela afirmou que sua vida pública sempre foi conhecida pelas autoridades e negou informações divulgadas sobre supostas empresas registradas em seu nome: “É mentira que tenho 37 empresas em meu nome”, escreveu. Veja a publicação Deolane foi presa durante uma operação do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil contra um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A investigação também mira familiares de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como chefe da facção criminosa e que já cumpre pena no sistema prisional federal., + Segundo a investigação, o esquema envolvia uma transportadora de cargas de Presidente Venceslau, no interior paulista, apontada pelos investigadores como braço financeiro do PCC. A apuração indica que empresas, contas bancárias e bens de alto valor eram usados para esconder a origem dos recursos e reinserir o dinheiro no sistema formal. Segundo os investigadores, a influenciadora passou a ser alvo após a identificação de movimentações milionárias e incompatibilidades patrimoniais, além de relações pessoais e empresariais com pessoas ligadas ao esquema. A investigação aponta uso de estruturas empresariais e patrimônio de alto padrão para dificultar o rastreamento do dinheiro. + A operação também determinou o bloqueio de mais de R$ 327 milhões, além do sequestro de 17 veículos, incluindo carros de luxo avaliados em mais de R$ 8 milhões, e quatro imóveis ligados aos investigados. Prisões de Deolane Esta é a terceira vez que Deolane Bezerra é presa. Em s, durante a Operação Integration, que investigava um esquema de lavagem de dinheiro, sonegação de impostos e ocultação de bens ligados a jogos ilegais.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/deolane-divulga-carta-da-prisao-e-nega-ligacao-com-faccao
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