Venezuelanos ficam sem banheiro e água potável em Roraima após Trump cortar verba
Suspensão de financiamento americano impactou projeto que ofertava gratuitamente serviços básicos de higiene
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SBT News
28/01/2025, 20:03 • Atualizado em 01/02/2025, 02:22
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Venezuelanos seguem para Roraima | Agência Brasil
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Instalações sanitárias que ofereciam serviços gratuitos para migrantes venezuelanos em Roraima foram fechadas depois que o governo americano anunciou a suspensão por 90 dias do repasse de fundos destinados à ajuda humanitária em outros países. Assim, pessoas em situação de vulnerabilidade estão sem banho, água potável ou acesso a banheiro.
As três instalações fechadas ficam em Boa Vista e Pacaraima. Eram administradas pela Cáritas Brasileira e financiadas pelo governo americano, por meio do Escritório de População, Refugiados e Migração do Departamento de Estado dos Estados Unidos (PRM).
A Cáritas informou que, de julho de 2019 a dezembro de 2024, contabilizou 1,1 milhão de acessos nas instalações sanitárias e a lavagem de 82 mil quilos de roupas. Somente no ano de 2024, mais de 50 mil pessoas foram atendidas, com uma média de 1 mil acessos diários nas instalações sanitárias.
Em nota, a Cáritas diz que reconhece a importância dos esforços conjuntos entre organizações humanitárias e o governo, mas lembra que a suspensão do apoio norte-americano mostra a "fragilidade de depender exclusivamente de financiamentos externos para a manutenção de serviços essenciais". E acredita que este é o momento para que o governo reafirme seu compromisso com os direitos humanos e a dignidade de migrantes e refugiados."
Venezuelanos ficam sem banheiro e água potável em Roraima após Trump cortar verbaSuspensão de financiamento americano impactou projeto que ofertava gratuitamente serviços básicos de higieneMundo2025-01-28T20:03:09.203ZInstalações sanitárias que ofereciam serviços gratuitos para migrantes venezuelanos em Roraima foram fechadas depois que o governo americano anunciou a suspensão por 90 dias do repasse de fundos destinados à ajuda humanitária em outros países. Assim, pessoas em situação de vulnerabilidade estão sem banho, água potável ou acesso a banheiro. As três instalações fechadas ficam em Boa Vista e Pacaraima. Eram administradas pela Cáritas Brasileira e financiadas pelo governo americano, por meio do Escritório de População, Refugiados e Migração do Departamento de Estado dos Estados Unidos (PRM). A Cáritas informou que, de julho de 2019 a dezembro de 2024, contabilizou 1,1 milhão de acessos nas instalações sanitárias e a lavagem de 82 mil quilos de roupas. Somente no ano de 2024, mais de 50 mil pessoas foram atendidas, com uma média de 1 mil acessos diários nas instalações sanitárias. Em nota, a Cáritas diz que reconhece a importância dos esforços conjuntos entre organizações humanitárias e o governo, mas lembra que a suspensão do apoio norte-americano mostra a "fragilidade de depender exclusivamente de financiamentos externos para a manutenção de serviços essenciais". E acredita que este é o momento para que o governo reafirme seu compromisso com os direitos humanos e a dignidade de migrantes e refugiados." São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/venezuelanos-ficam-sem-banheiro-e-agua-potavel-em-roraima-apos-trump-cortar-verba
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