Trump desiste de transmitir ao vivo execução por fuzilamento
Presidente dos EUA afirma que familiares das vítimas poderão acompanhar a morte presencialmente
Caroline Vale
Trump ordena que atirador que matou 13 pessoas no Texas seja executado por fuzilamento. | REUTERS/Divulgação
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (15) que a execução de Nidal Malik Hasan, ex-major do Exército norte-americano condenado pelo ataque a tiros em Fort Hood, no Texas, não será transmitida ao vivo. A decisão ocorre após críticas ao plano do Pentágono de exibir publicamente a morte do condenado, prevista para 3 de dezembro.
Em uma publicação, Trump disse que a transmissão poderia funcionar como um fator de dissuasão, mas reconheceu que parte da população prefere não assistir à execução.
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“Acredito que transmitir a execução ao vivo para todos verem poderia ter sido um forte fator de dissuasão para o mundo testemunhar como os Estados Unidos lidam com terroristas e escória como Hasan, mas muitas pessoas boas e bem-intencionadas preferem não assistir à sua morte, seja por transmissão ao vivo ou qualquer outro meio visual”, escreveu na Truth Social.
O presidente confirmou que a execução será mantida conforme o previsto e informou que os familiares diretos das vítimas poderão acompanhar o procedimento presencialmente, caso desejem.
“Ele será executado, conforme programado, por um pelotão de fuzilamento, mas este evento não será transmitido”, afirmou Trump. Em seguida, acrescentou que os parentes das vítimas terão a opção de assistir pessoalmente e concluiu: “Eles merecem presenciar a justiça!”
A proposta de transmitir a execução ao vivo foi anunciada pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, e provocou reações contrárias de políticos, líderes religiosos e observadores internacionais. Entre os críticos estavam integrantes do próprio Partido Republicano, incluindo o vice-presidente JD Vance.
Nidal Malik Hasan é um ex-psiquiatra do Exército dos Estados Unidos condenado à morte por ter matado 13 pessoas e ferido outras 32 durante um ataque a tiros na base militar de Fort Hood, no Texas, em novembro de 2009.
Hasan foi condenado por uma corte marcial em 2013. A execução por fuzilamento foi marcada para 3 de dezembro, na mesma instalação militar onde ocorreu o ataque.
Trump desiste de transmitir ao vivo execução por fuzilamentoPresidente dos EUA afirma que familiares das vítimas poderão acompanhar a morte presencialmenteMundo2026-10-15T15:43:11.176ZO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (15) que a execução de Nidal Malik Hasan, ex-major do Exército norte-americano condenado pelo ataque a tiros em Fort Hood, no Texas, não será transmitida ao vivo. A decisão ocorre após críticas ao plano do Pentágono de , prevista para 3 de dezembro. Em uma publicação, Trump disse que a transmissão poderia funcionar como um fator de dissuasão, mas reconheceu que parte da população prefere não assistir à execução. 🤳Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! . “Acredito que transmitir a execução ao vivo para todos verem poderia ter sido um forte fator de dissuasão para o mundo testemunhar como os Estados Unidos lidam com terroristas e escória como Hasan, mas muitas pessoas boas e bem-intencionadas preferem não assistir à sua morte, seja por transmissão ao vivo ou qualquer outro meio visual”, escreveu na Truth Social. O presidente confirmou que a execução será mantida conforme o previsto e informou que os familiares diretos das vítimas poderão acompanhar o procedimento presencialmente, caso desejem. “Ele será executado, conforme programado, por um pelotão de fuzilamento, mas este evento não será transmitido”, afirmou Trump. Em seguida, acrescentou que os parentes das vítimas terão a opção de assistir pessoalmente e concluiu: “Eles merecem presenciar a justiça!” A proposta de transmitir a execução ao vivo foi anunciada pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, e provocou reações contrárias de políticos, líderes religiosos e observadores internacionais. Entre os críticos estavam integrantes do próprio Partido Republicano, incluindo o vice-presidente JD Vance. Ataque em Fort Hood Nidal Malik Hasan é um ex-psiquiatra do Exército dos Estados Unidos condenado à morte por ter matado 13 pessoas e ferido outras 32 durante um ataque a tiros na base militar de Fort Hood, no Texas, em novembro de 2009. Hasan foi condenado por uma corte marcial em 2013. A execução por fuzilamento foi marcada para 3 de dezembro, na mesma instalação militar onde ocorreu o ataque. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/trump-desiste-de-transmitir-ao-vivo-execucao-por-fuzilamento
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