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Tarifas recentes de Trump não devem ser alteradas, diz representante comercial dos EUA

As sanções passam a valer a partir da próxima quarta (6)

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SBT News, com informações da Reuters
03/08/2025, 14:41 • Atualizado em 03/08/2025, 14:41
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Tarifas recentes de Trump não devem ser alteradas, diz representante comercial dos EUA

As tarifas que o presidente americano Donald Trump impôs na semana passada a vários países provavelmente permanecerão em vigor em vez de serem reduzidas como parte das negociações contínuas. A informação foi comunicada pelo representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, neste domingo (3).

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Antes do prazo final de sexta-feira (1º), Trump estabeleceu taxas que incluem imposto de 35% sobre muitos produtos do Canadá, 50% para o Brasil, 25% para a Índia, 20% para Taiwan e 39% para a Suíça, de acordo com decreto presidencial. As sanções passam a valer a partir da próxima quarta (6).

Nas negociações comerciais desde que Trump retornou ao cargo, a Casa Branca reduziu algumas taxas em relação aos níveis inicialmente anunciados, incluindo a redução pela metade das taxas de importação estabelecidas na semana passada como parte de um acordo com a União Europeia.

Greer disse ao Face the Nation, da CBS, no entanto, que esse não seria o caso da rodada mais recente de tarifas. "Muitas dessas tarifas são estabelecidas segundo os acordos. Alguns desses acordos são anunciados, outros não, outros dependem do nível de déficit ou superávit comercial que possamos ter com o país", declarou ele. "Essas taxas tarifárias estão praticamente definidas."

Greer também disse que as recentes negociações comerciais com Pequim foram "muito positivas" e se concentraram no fornecimento de ímãs e minerais de terras raras. "Estamos concentrados em garantir que o fluxo de ímãs da China para os Estados Unidos e a cadeia de suprimentos adjacente possam fluir tão livremente quanto antes. E eu diria que já estamos na metade do caminho." *Com informações da Reuters

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