Mundo

Papa Leão XIV diz que Deus rejeita as orações de líderes que promovem guerras

Declaração, feita no Domingo de Ramos, ocorre enquanto conflito no Oriente Médio entra no segundo mês

Avatar de SBT News
Avatar de com informações da Reuters
SBT News, com informações da Reuters
Papa Leão XIV no Domingo de Ramos | Reprodução/Vatican News

Papa Leão XIV no Domingo de Ramos | Reprodução/Vatican News

O Papa Leão XIV afirmou neste domingo (29), durante celebração na Praça de São Pedro, que Deus rejeita as orações de líderes que promovem guerras e têm "as mãos cheias de sangue". A declaração ocorre enquanto guerra no Oriente Médio entra no segundo mês.

SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.

Siga no Google Discover

No Domingo de Ramos, que marca o início da semana mais sagrada do ano para os 1,4 bilhão de católicos do mundo, o pontífice afirmou que Jesus não pode ser usado para justificar nenhuma guerra. "Este é o nosso Deus: Jesus, Rei da Paz, que rejeita a guerra, a quem ninguém pode usar para justificar a guerra", disse Leão.

"Ele não ouve as orações dos que fazem guerra, mas as rejeita, dizendo: 'Ainda que multipliquem as suas orações, eu não as ouvirei, porque as suas mãos estão cheias de sangue'", afirmou, citando uma passagem bíblica.

O papa não mencionou especificamente nenhum líder mundial, mas tem intensificado as críticas à guerra de Israel e Estados Unidos contra o Irã. No discurso, ele classificou o conflito no Oriente Médio como "atroz".

"No início da Semana Santa, sentimos-nos mais do que nunca unidos em oração com os cristãos do Oriente Médio, que sofrem as consequências de um conflito atroz e, em muitos casos, não podem participar plenamente dos ritos destes dias santos", disse Leão.

Leia mais

Ver tudo
Imagem da notícia: Ataques israelenses atingem base aérea na Síria

Ataques israelenses atingem base aérea na Síria

Imagem da notícia: Ao SBT, Cury não responde se houve tentativa de golpe no 8/1

Ao SBT, Cury não responde se houve tentativa de golpe no 8/1

Imagem da notícia: Mortos em queda de passarela na Fernão Dias eram mãe e filho

Mortos em queda de passarela na Fernão Dias eram mãe e filho

Imagem da notícia: Sabatina SBT: Cury quer semipresidencialismo e reformar STF

Sabatina SBT: Cury quer semipresidencialismo e reformar STF

Imagem da notícia: Ataques israelenses atingem base aérea na Síria

Ataques israelenses atingem base aérea na Síria

Imagem da notícia: Ao SBT, Cury não responde se houve tentativa de golpe no 8/1

Ao SBT, Cury não responde se houve tentativa de golpe no 8/1

Imagem da notícia: Mortos em queda de passarela na Fernão Dias eram mãe e filho

Mortos em queda de passarela na Fernão Dias eram mãe e filho

Imagem da notícia: Sabatina SBT: Cury quer semipresidencialismo e reformar STF

Sabatina SBT: Cury quer semipresidencialismo e reformar STF

Últimas notícias

Ao SBT, Cury defende uso da Petrobras para financiar MEIs

Escritor e candidato a presidente pelo Avante também sugeriu dividir BNDES em dois para focar apenas em microempreendedores

Ao SBT, Cury defende mandato de 8 anos para o STF

Candidato do Avante propôs mandato de oito anos para ministros e afirmou que o Supremo tem exercido funções legislativas

Ao SBT, Cury propõe que país se torne semipresidencialista

Escritor e candidato a presidente disse que a mudança seria uma forma de responsabilizar congressistas e alinhar atuação do Legislativo e do Executivo

Cury ao SBT: Bolsa Família perpetua os pobres na pobreza

Candidato do Avante afirmou que o benefício é importante, mas deve ser associado ao emprego formal e ao empreendedorismo

Cury ao SBT: Centrão é importante e equilibra as coisas

Candidato do Avante afirmou que pretende formar um pacto nacional e negociar com o grupo político sem permitir que ele controle o governo

Cury diz ao SBT que cortaria 15 mil comissionados se eleito

Candidato do Avante a presidente também se comprometeu a reduzir ministérios e se aproximar de déficit zero