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Onda de calor deixa 19 mortos na Coreia do Sul

Cidade no sudeste do país asiático registrou 42,5°C, a maior temperatura desde o início das medições, em 1904

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SBT Brasil, Agência EFE

A onda de calor que atinge a Coreia do Sul já provocou a morte de pelo menos 19 pessoas. Mais de 2 mil pacientes receberam atendimento médico por problemas relacionados às altas temperaturas desde maio, segundo a Agência de Controle e Prevenção de Doenças do país.

Diante dos recordes registrados nos últimos dias, o presidente sul-coreano, Lee Jae-myung, afirmou que as autoridades devem tratar a situação como um desastre nacional e mobilizar todos os recursos disponíveis para proteger a população. O governo também determinou medidas como a suspensão de atividades e obras ao ar livre.

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No domingo (2), a cidade de Yangsan, no sudeste do país, registrou 42,5°C — a maior temperatura observada na península desde o início das medições meteorológicas modernas, em 1904.

Nesta terça-feira (4), a Agência Meteorológica sul-coreana emitiu o alerta máximo de calor para partes de Seul, onde os termômetros podem superar os 38°C. É a primeira vez que a capital ativa esse nível de aviso desde a criação, neste ano, de um novo sistema para reforçar a resposta às temperaturas extremas.

A previsão é de que o calor intenso continue durante toda a semana. Na Europa, a Itália elevou para 27 o número de cidades sob alerta vermelho, considerado o nível mais grave.

Com temperaturas entre 35°C e 40°C, os moradores foram orientados a evitar a exposição ao sol entre as 11h e as 18h.

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