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“Como qualquer país, Israel tem o direito inerente de se defender. A tentativa vil de negar a Israel este direito fundamental é uma discriminação flagrante contra o Estado judeu, e foi justamente rejeitada. A acusação de genocídio levantada contra Israel não é apenas falsa, é ultrajante, e as pessoas decentes em todo o mundo deveriam rejeitá-la”.
Apesar de não aceitar um pedido de cessar-fogo, a corte acatou o ação da África do Sul para investigar se os ataques de Israel contra o Hamas na região configuraria um genocídio contra o povo Palestino. Uma decisão sobre a questão, entretanto, pode levar anos.
“A nossa guerra é contra os terroristas do Hamas, não contra os civis palestinianos. Continuaremos a facilitar a assistência humanitária e a fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para manter os civis fora de perigo, mesmo que o Hamas utilize os civis como escudos humanos. Continuaremos a fazer o que for necessário para defender o nosso país e defender o nosso povo”, se defendeu, Netanyahu.
Israel declarou guerra contra o Hamas em 7 de outubro de 2023, logo após o grupo ter invadido e matado 1,2 mil pessoas em um festival de música no país. Os combates se concentram na Faixa de Gaza, onde o grupo é dominante, afetando 2,3 milhões de habitantes. Até o momento, 26 mil mortes foram registradas, de acordo com o Ministério da Saúde Palestino, controlado pelo Hamas.
Os militares israelenses afirmam que pelo menos 9 mil dos mortos no conflito são militantes do Hamas.
“Israel continuará a defender-se contra o Hamas, uma organização terrorista genocida. No dia 7 de Outubro, o Hamas perpetrou as atrocidades mais horríveis contra o povo judeu desde o Holocausto e promete repetir estas atrocidades uma e outra vez”, explicou o primeiro-ministro.
Israel's commitment to international law is unwavering. Equally unwavering is our sacred commitment to continue to defend our country and defend our people.
Like every country, Israel has an inherent right to defend itself.
— Benjamin Netanyahu - בנימין נתניהו (@netanyahu) January 26, 2024
Netanyahu: “Israel tem o direito inerente de se defender”Primeiro-ministro de Israel pede que “pessoas decentes” rejeitem acusação de genocídioMundo2024-01-26T14:48:13.177ZO primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, gravou um vídeo para comentar a decisão da . “Como qualquer país, Israel tem o direito inerente de se defender. A tentativa vil de negar a Israel este direito fundamental é uma discriminação flagrante contra o Estado judeu, e foi justamente rejeitada. A acusação de genocídio levantada contra Israel não é apenas falsa, é ultrajante, e as pessoas decentes em todo o mundo deveriam rejeitá-la”. Apesar de não aceitar um pedido de cessar-fogo, a corte acatou o ação da África do Sul para investigar se os ataques de Israel contra o Hamas na região configuraria um genocídio contra o povo Palestino. Uma decisão sobre a questão, entretanto, pode levar anos. “A nossa guerra é contra os terroristas do Hamas, não contra os civis palestinianos. Continuaremos a facilitar a assistência humanitária e a fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para manter os civis fora de perigo, mesmo que o Hamas utilize os civis como escudos humanos. Continuaremos a fazer o que for necessário para defender o nosso país e defender o nosso povo”, se defendeu, Netanyahu. Israel declarou guerra contra o Hamas em 7 de outubro de 2023, logo após o grupo ter invadido e matado 1,2 mil pessoas em um festival de música no país. Os combates se concentram na Faixa de Gaza, onde o grupo é dominante, afetando 2,3 milhões de habitantes. Até o momento, 26 mil mortes foram registradas, de acordo com o Ministério da Saúde Palestino, controlado pelo Hamas. Os militares israelenses afirmam que pelo menos 9 mil dos mortos no conflito são militantes do Hamas. “Israel continuará a defender-se contra o Hamas, uma organização terrorista genocida. No dia 7 de Outubro, o Hamas perpetrou as atrocidades mais horríveis contra o povo judeu desde o Holocausto e promete repetir estas atrocidades uma e outra vez”, explicou o primeiro-ministro. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/netanyahu-israel-tem-o-direito-inerente-de-se-defender