Governo Trump manda imigrantes irregulares para Essuatíni, na África
Cidadãos do Vietnã, Jamaica, Cuba, Iêmen e Laos, os imigrantes seriam 'criminosos bárbaros', segundo o Departamento de Segurança Interna dos EUA
S
SBT News
O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos anunciou na terça-feira (15) à noite a deportação de cinco imigrantes para Essuatíni, um pequeno país na África Astral e uma das últimas monarquias absolutas no continente.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Em publicação no X, a secretária assistente do departamento, Tricia McLaughlin, informou que os cinco homens, cidadãos do Vietnã, Jamaica, Cuba, Iêmen e Laos, chegaram de avião, mas não informou quando, nem onde. Segundo ela, os imigrantes são 'indivíduos excepcionalmente bárbaros' e foram recusados por 'seus países de origem'.
Segundo McLaughlin, os homens deportados foram condenados por crimes variados que vão de estupro a assassinato.
Anteriormente, os EUA já haviam deportado outros oito homens para o Sudão do Sul, também na África, após a Suprema Corte do país retirar as suspensões que impediam o envio de imigrantes a países com os quais não tem vínculos. A ação de terça-feira (16), é uma ampliação dessa política de envio de imigrantes a 'países terceiros', iniciada pelo governo do republicano poucos meses após o seu retorno à Casa Branca.
Em abril, centenas de imigrantes em situação irregular foram enviados para uma prisão em El Salvador. O governo Trump alegou que eram criminosos, mas muitos não tinham fichas criminais, o que causou repercussão nacional e internacional.
Anteriormente conhecido como Suazilândia, Essuatíni é um país com cerca de 1,2 milhão de habitantes entre a África do Sul e Moçambique. É uma das últimas monarquias absolutas do mundo e a única restante na África.
O rei Mswati III governa por decreto desde 1986 e proíbe a criação de qualquer partido político no país.
Governo Trump manda imigrantes irregulares para Essuatíni, na ÁfricaCidadãos do Vietnã, Jamaica, Cuba, Iêmen e Laos, os imigrantes seriam 'criminosos bárbaros', segundo o Departamento de Segurança Interna dos EUAMundo2025-07-16T13:37:14.557ZO Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos anunciou na terça-feira (15) à noite a deportação de cinco imigrantes para Essuatíni, um pequeno país na África Astral e uma das últimas monarquias absolutas no continente. Em publicação no X, a secretária assistente do departamento, Tricia McLaughlin, informou que os cinco homens, cidadãos do Vietnã, Jamaica, Cuba, Iêmen e Laos, chegaram de avião, mas não informou quando, nem onde. Segundo ela, os imigrantes são 'indivíduos excepcionalmente bárbaros' e foram recusados por 'seus países de origem'. Segundo McLaughlin, os homens deportados foram condenados por crimes variados que vão de estupro a assassinato. Anteriormente, os EUA já haviam deportado outros oito homens para o Sudão do Sul, também na África, após a Suprema Corte do país retirar as suspensões que impediam o envio de imigrantes a países com os quais não tem vínculos. A ação de terça-feira (16), é uma ampliação dessa política de envio de imigrantes a 'países terceiros', iniciada pelo governo do republicano poucos meses após o seu retorno à Casa Branca. Em abril, centenas de imigrantes em situação irregular foram enviados para uma prisão em El Salvador. O governo Trump alegou que eram criminosos, mas muitos não tinham fichas criminais, o que causou repercussão nacional e internacional. O caso mais emblemático foi de Kilmar Abrego Garcia, um homem de Maryland que foi deportado indevidamente em março, apesar de uma ordem judicial de 2019 que o impedia de ser enviado para lá devido ao risco de perseguição de gangues. Essuatíni Anteriormente conhecido como Suazilândia, Essuatíni é um país com cerca de 1,2 milhão de habitantes entre a África do Sul e Moçambique. É uma das últimas monarquias absolutas do mundo e a única restante na África. O rei Mswati III governa por decreto desde 1986 e proíbe a criação de qualquer partido político no país.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/governo-trump-manda-imigrantes-irregulares-para-essuatini-na-africa
Efraim minimiza fala de Flávio sobre urnas eletrônicas
Senador afirma que o tema não deve ganhar força na campanha e avalia que o perfil dos ministros do TSE tende a reduzir tensões sobre o sistema eleitoral
Brasil cria grupo com Coreia para avançar acordo comercial
Lula recebeu coreano Lee Jae-myung e assinou memorandos em áreas como cooperação aeroespacial e transição energética; Alckmin vai liderar delegação brasileira