Cientistas climáticos preveem um aquecimento global 2,5 graus mais quente do que na era pré-industrial
A média da temperatura do planeta, em abril, foi de 15,03 °C, o que representa mais de meio grau (0,67 °C) acima da média calculada entre 1991 e 2020
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SBT Brasil
Exposição à poluição e ao calor extremo ao mesmo tempo aumenta em 20% o risco de morte | Pixabay
Várias partes do planeta vêm sofrendo com o clima extremo. O mês de abril de 2024 foi o mais quente da história, sendo também o 11º mês consecutivo com recordes de calor.
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A média da temperatura do planeta, em abril, foi de 15,03 °C, o que representa mais de meio grau (0,67 °C) acima da média calculada entre 1991 e 2020. O mais preocupante é que ficou 1,58 grau acima da temperatura estimada na era pré-industrial, ultrapassando o limite de um grau e meio que o mundo não deveria exceder, segundo o Acordo de Paris, assinado por quase 200 países em 2015.
"É espantoso", disse o diretor do Copernicus, serviço da União Europeia para mudanças climáticas.
Para piorar, a temperatura média na superfície dos oceanos também foi a mais alta para o mês de abril.
Com tantas evidências, muitos cientistas acreditam que o mundo está caminhando rapidamente para ficar até 2,5 graus mais quente do que na era pré-industrial. Isso pode parecer pouco, mas seria suficiente para provocar efeitos catastróficos no planeta, inclusive em países como a Inglaterra, onde as pessoas passam boa parte do ano esperando pela temporada de calor.
Uma pesquisa publicada pelo jornal The Guardian mostrou que 80% dos 380 cientistas consultados acham que o planeta está sendo levado para esse patamar. Apenas 6% acreditam que a meta de limitar o aquecimento a 1,5 grau será atingida.
Isso significa que todos os fenômenos climáticos vão ficar mais intensos e mais frequentes.
A tragédia no Rio Grande do Sul é um lembrete para o Brasil de que o futuro previsto pelos cientistas já está se tornando realidade em várias partes do mundo.
Cientistas climáticos preveem um aquecimento global 2,5 graus mais quente do que na era pré-industrialA média da temperatura do planeta, em abril, foi de 15,03 °C, o que representa mais de meio grau (0,67 °C) acima da média calculada entre 1991 e 2020Mundo2024-05-08T23:46:00.830ZVárias partes do planeta vêm sofrendo com o clima extremo. O mês de abril de 2024 foi o mais quente da história, sendo também o 11º mês consecutivo com recordes de calor. A média da temperatura do planeta, em abril, foi de 15,03 °C, o que representa mais de meio grau (0,67 °C) acima da média calculada entre 1991 e 2020. O mais preocupante é que ficou 1,58 grau acima da temperatura estimada na era pré-industrial, ultrapassando o limite de um grau e meio que o mundo não deveria exceder, segundo o Acordo de Paris, assinado por quase 200 países em 2015. "É espantoso", disse o diretor do Copernicus, serviço da União Europeia para mudanças climáticas. Para piorar, a temperatura média na superfície dos oceanos também foi a mais alta para o mês de abril. Com tantas evidências, muitos cientistas acreditam que o mundo está caminhando rapidamente para ficar até 2,5 graus mais quente do que na era pré-industrial. Isso pode parecer pouco, mas seria suficiente para provocar efeitos catastróficos no planeta, inclusive em países como a Inglaterra, onde as pessoas passam boa parte do ano esperando pela temporada de calor. Uma pesquisa publicada pelo jornal The Guardian mostrou que 80% dos 380 cientistas consultados acham que o planeta está sendo levado para esse patamar. Apenas 6% acreditam que a meta de limitar o aquecimento a 1,5 grau será atingida. Isso significa que todos os fenômenos climáticos vão ficar mais intensos e mais frequentes. A tragédia no Rio Grande do Sul é um lembrete para o Brasil de que o futuro previsto pelos cientistas já está se tornando realidade em várias partes do mundo. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/cientistas-climaticos-preveem-um-aquecimento-global-2-5-graus-mais-quente-do-que-na-era-pre-industrial