“Brasil não pode se omitir: fora, Maduro!”, diz governador aliado de Lula
Helder Barbalho critica reeleição de líder chavista e questiona ausência de posicionamento brasileiro sobre o regime venezuelano
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Warley Júnior
Governador Helder Barbalho e presidente Lula | Divulgação/Ricardo Stuckert/PR
No mesmo dia em que acontece a posse do presidente reeleito da Venezuela, Nicolás Maduro, o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), um dos aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), usou as redes sociais para condenar a continuidade do governo chavista.
"Quem defende a democracia tem de abominar a ditadura de Maduro e condenar a opressão do regime. Não podemos fazer condenações seletivas a golpistas. O Brasil não pode se omitir: fora, Maduro!", escreveu Barbalho na plataforma X (antigo Twitter).
A declaração do governador confronta com o silêncio oficial do governo brasileiro, que evitou comentar a reeleição de Maduro. Apesar da retomada das relações diplomáticas entre os dois países após o fim do governo Bolsonaro, quando o Brasil reabriu sua embaixada em Caracas, a postura de Lula sobre o regime de Maduro tem sido marcada pela cautela. Críticos apontam que a falta de um posicionamento enfático diante das denúncias de violações de direitos humanos e fraudes eleitorais enfraquece o discurso democrático do país no cenário internacional.
A reeleição de Nicolás Maduro, cuja legitimidade foi questionada por organizações internacionais e líderes estrangeiros, é vista como mais um capítulo no isolamento da Venezuela no continente sul-americano. Nessa quinta-feira, o presidente do Chile, Gabriel Boric, afirmou que não reconhece a vitória do venezuelano. "Eu sou uma pessoa de esquerda. E da esquerda política eu digo: o governo de Nicolás Maduro é uma ditadura", declarou.
A ausência de um posicionamento claro por parte do Brasil pode sinalizar uma tentativa de evitar desgastes políticos regionais, mas também gera críticas de omissão frente ao autoritarismo.
“Brasil não pode se omitir: fora, Maduro!”, diz governador aliado de LulaHelder Barbalho critica reeleição de líder chavista e questiona ausência de posicionamento brasileiro sobre o regime venezuelanoMundo2025-01-10T16:22:44.516ZNo mesmo dia em que acontece o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), um dos aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), usou as redes sociais para condenar a continuidade do governo chavista. "Quem defende a democracia tem de abominar a ditadura de Maduro e condenar a opressão do regime. Não podemos fazer condenações seletivas a golpistas. O Brasil não pode se omitir: fora, Maduro!", escreveu Barbalho na plataforma X (antigo Twitter). A declaração do governador confronta com o silêncio oficial do governo brasileiro, que evitou comentar a reeleição de Maduro. Apesar da retomada das relações diplomáticas entre os dois países após o fim do governo Bolsonaro, quando o Brasil reabriu sua embaixada em Caracas, a postura de Lula sobre o regime de Maduro tem sido marcada pela cautela. Críticos apontam que a falta de um posicionamento enfático diante das denúncias de violações de direitos humanos e fraudes eleitorais enfraquece o discurso democrático do país no cenário internacional. A reeleição de Nicolás Maduro, cuja legitimidade foi questionada por organizações internacionais e líderes estrangeiros, é vista como mais um capítulo no isolamento da Venezuela no continente sul-americano. Nessa quinta-feira, o presidente do Chile, Gabriel Boric, afirmou que não reconhece a vitória do venezuelano. "Eu sou uma pessoa de esquerda. E da esquerda política eu digo: o governo de Nicolás Maduro é uma ditadura", declarou. A ausência de um posicionamento claro por parte do Brasil pode sinalizar uma tentativa de evitar desgastes políticos regionais, mas também gera críticas de omissão frente ao autoritarismo.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/brasil-nao-pode-se-omitir-fora-maduro-diz-governador-aliado-de-lula