Acusado de tentativa de assassinato contra Trump se declara inocente
Armado, Cole Allen tentou invadir jantar entre jornalistas e autoridades da Casa Branca em hotel



SBT News
com informações da Reuters
Cole Allen, acusado de tentar atacar Donald Trump durante um jantar com jornalistas promovido pela Casa Branca, no mês passado, declarou-se inocente de todas as acusações nesta segunda-feira (11).
O homem, de 31 anos, não se pronunciou no tribunal enquanto sua advogada, Tezira Abe, defendeu sua inocência. As acusações incluem tentativa de assassinato do presidente, agressão a um agente federal e crimes relacionados a armas de fogo.
Os promotores alegam que Allen disparou uma espingarda contra um agente do Serviço Secreto dos EUA e invadiu um posto de controle de segurança em um ataque frustrado contra Trump e outros membros de sua administração no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca.
Allen teria viajado para Washington de trem, levando uma espingarda, uma pistola e facas, e reservado um quarto no Washington Hilton, onde ocorreu o jantar, em 25 de abril.
Esta foi a primeira aparição de Allen no tribunal federal de Washington perante o juiz que presidirá o caso.
A defesa do acusado deverá tentar desqualificar o procurador-geral interino Todd Blanche e a procuradora federal Jeanine Pirro do caso, alegando que eles estavam presentes no jantar e poderiam ter sido alguns dos supostos alvos de Allen.
O advogado Eugene Ohm disse que a defesa provavelmente buscará o afastamento de todo o gabinete do procurador dos EUA em Washington, liderado por Pirro, devido à sua amizade com Trump e ao seu status de potencial vítima.
"É totalmente inadequado que as vítimas de um suposto evento como este processem o caso individualmente", disse Ohm.
Os promotores devem responder à petição legal da defesa até 22 de maio. Pirro declarou anteriormente em entrevista que "minha capacidade de processar este caso não tem nada a ver com a minha presença lá".










