Mundo

EUA: Suprema Corte libera documentos sobre invasão do Capitólio

Ex-presidente Trump tentou bloquear acesso do comitê que investiga ataque aos registros

S
SBT News
Suprema Corte libera acesso aos documentos sobre invasão do Capitólio | Divulgação

Suprema Corte libera acesso aos documentos sobre invasão do Capitólio | Divulgação

SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT,Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung, LG e Roku.

Siga no Google Discover

A Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou nessa quarta-feira (19.jan) o pedido do ex-presidente Donald Trump para bloquear a liberação de documentos da Casa Branca ao comitê do Congresso norte-americano que investiga a invasão do Capitólio, no ano passado, por apoiadores de Trump.

+ Leia as útlimas notícias no portal SBT News

Agora, o Arquivo Nacional -- que guarda os registros do governo dos EUA -- pode liberar os documentos, mesmo que existam processos judiciais em andamento nas instâncias inferiores.

O pedido de Trump aos juízes veio depois que o Tribunal de Apelações dos EUA para o Circuito do Distrito de Columbia, em 9 de dezembro, decidiu que o político não tinha base para contestar a decisão do presidente Joe Biden de permitir que os registros fossem entregues à Câmara. dos Representantes selecionam o comitê, que tem fechado o cerco em torno de Donald Trump.

Nesta semana, três advogados do ex-presidente norte-americano foram intimados. Rudy Giuliani, Sidney Powell e Jenna Ellis deverão entregar documentos e depor à comissão no próximo dia 8 de fevereiro.

O deputado Bennie Thompson, chefe do comitê, disse em comunicado que o painel espera que os advogados se juntem a 400 testemunhas que prestaram depoimento durante a investigação das causas que levaram ao ataque dos apoiadores de Trump ao Capitólio. A invasão deixou deixou cinco mortos e 140 policiais ficaram feridos no dia 6 de janeiro de 2021.

De lá para cá, o Departamento de Justiça já acusou mais de 725 pessoas, das quais 165 se declararam culpadas e ao menos 70 já receberam sentenças.

* Com informações de agências internacionais

Últimas notícias