Moraes manda prender porteira condenada pelo 8 de janeiro
Nailze Ribeiro recebeu pena de 14 anos por participação nos atos de 2023; condenada estava em liberdade provisória com tornozeleira eletrônica
Warley Júnior
Nailze foi condenada pelo STF em julgamento virtual | Distribuição
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão de Nailze Aparecida Ribeiro Silva, porteira condenada a 14 anos de prisão pelos atos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília. O mandado foi encaminhado à Polícia Federal (PF) na quarta-feira (7), após o trânsito em julgado da condenação, quando não cabem mais recursos.
🤳Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! Clique aqui.
Moradora de São Bernardo do Campo (SP), Nailze estava em liberdade provisória, com tornozeleira eletrônica e outras medidas cautelares. Ela havia sido presa em 9 de janeiro de 2023, no acampamento instalado em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT,Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung, LG e Roku.
“Em virtude do trânsito em julgado desta Ação Penal, determino o início do cumprimento da pena de reclusão, em regime fechado”, diz a decisão de Moraes.
Na decisão que determinou a prisão, Moraes ordenou a realização de exames médicos oficiais e o desconto de eventual período de prisão provisória da pena.
Condenação por cinco crimes
Nailze foi condenada pelo STF em julgamento virtual realizado entre 15 e 22 de maio deste ano. A pena inclui 12 anos e seis meses de reclusão, um ano e seis meses de detenção e o pagamento de 100 dias-multa.
A condenação envolve cinco crimes: associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), dois vídeos gravados pela condenada em 8 de janeiro mostravam o interior do plenário do Senado e a área externa do Congresso Nacional. A acusação foi ampliada em julho de 2024, após a análise de um celular apreendido com ela.
O STF também estabeleceu indenização mínima de R$ 30 milhões por danos morais coletivos, a ser paga solidariamente pelos condenados pelos ataques.
Moraes manda prender porteira condenada pelo 8 de janeiroNailze Ribeiro recebeu pena de 14 anos por participação nos atos de 2023; condenada estava em liberdade provisória com tornozeleira eletrônicaJustiça2026-10-09T15:49:41.092ZO ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão de Nailze Aparecida Ribeiro Silva, porteira condenada a 14 anos de prisão pelos atos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília. O mandado foi encaminhado à Polícia Federal (PF) na quarta-feira (7), após o trânsito em julgado da condenação, quando não cabem mais recursos. 🤳Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! . Moradora de São Bernardo do Campo (SP), Nailze estava em liberdade provisória, com tornozeleira eletrônica e outras medidas cautelares. Ela havia sido presa em 9 de janeiro de 2023, no acampamento instalado em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília. “Em virtude do trânsito em julgado desta Ação Penal, determino o início do cumprimento da pena de reclusão, em regime fechado”, diz a decisão de Moraes. Na decisão que determinou a prisão, Moraes ordenou a realização de exames médicos oficiais e o desconto de eventual período de prisão provisória da pena. Condenação por cinco crimes Nailze foi condenada pelo STF em julgamento virtual realizado entre 15 e 22 de maio deste ano. A pena inclui 12 anos e seis meses de reclusão, um ano e seis meses de detenção e o pagamento de 100 dias-multa. A condenação envolve cinco crimes: associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), dois vídeos gravados pela condenada em 8 de janeiro mostravam o interior do plenário do Senado e a área externa do Congresso Nacional. A acusação foi ampliada em julho de 2024, após a análise de um celular apreendido com ela. O STF também estabeleceu indenização mínima de R$ 30 milhões por danos morais coletivos, a ser paga solidariamente pelos condenados pelos ataques.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/justica/moraes-manda-prender-porteira-condenada-pelo-8-de-janeiro