Moraes decreta prisão domiciliar de condenada por tentativa de golpe em 2022
Ex-diretora do Ministério da Justiça foi condenada por atuação em bloqueios da PRF durante eleições
SBT News
Marilia Ferreira foi condenada a 8 anos e 6 meses de prisão porém em trânsito julgado | Foto: Câmara Legislativa do DF
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decretou nesta quinta-feira (23) a prisão domiciliar de Marilia Ferreira de Alencar, condenada por participação na tentativa de golpe de Estado em 2022.
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Segundo a decisão, ela colaborou para a atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em operações que dificultaram o deslocamento de eleitores do Nordeste no segundo turno das eleições presidenciais.
Na ocasião, Marilia atuava como diretora de inteligência do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A posição foi considerada estratégica para a articulação das ações investigadas.
Mesmo condenada, Marilia respondia ao processo em liberdade porque a decisão ainda não havia 'transitado em julgado', termo jurídico usado quando a condenação se torna definitiva e não cabe mais recurso.
Com o fim das possibilidades de recurso, a pena passa a ser executada.
A defesa deMarilia Ferreira de Alencar não foi encontrada pela reportagem do SBT News para se pronunciar sobre o caso.
Moraes decreta prisão domiciliar de condenada por tentativa de golpe em 2022Ex-diretora do Ministério da Justiça foi condenada por atuação em bloqueios da PRF durante eleiçõesJustiça2026-04-24T02:46:32.166ZO ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decretou nesta quinta-feira (23) a prisão domiciliar de Marilia Ferreira de Alencar, condenada por participação na por envolvimento em ações que tentaram interferir no processo eleitoral. Segundo a decisão, ela colaborou para a atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em operações que dificultaram o deslocamento de eleitores do Nordeste no segundo turno das eleições presidenciais. + Na ocasião, Marilia atuava como diretora de inteligência do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A posição foi considerada estratégica para a articulação das ações investigadas. Mesmo condenada, Marilia respondia ao processo em liberdade porque a decisão ainda não havia 'transitado em julgado', termo jurídico usado quando a condenação se torna definitiva e não cabe mais recurso. Com o fim das possibilidades de recurso, a pena passa a ser executada. A defesa de Marilia Ferreira de Alencar não foi encontrada pela reportagem do SBT News para se pronunciar sobre o caso. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/justica/moraes-decreta-prisao-domiciliar-de-condenada-por-tentativa-de-golpe-em-2022
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