Homem que fingiu ser entregador e matou porteiro é condenado
Assassino pegou 22 anos de prisão; crime foi registrado em 2023, no centro do Rio
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Primeiro Impacto
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O assassino, identificado como Fagner Wilson Junes Chamarelli, tentava furtar R$ 200 mil do prédio. A pena estipulada pela decisão da 37ª Vara Criminal estabeleceu a condenação pelo crime de latrocínio e cumprimento da pena em regime fechado, tendo negado o direito de recorrer em liberdade.
A decisão judicial ainda acrescentou que Fagner cometeu o crime "com extremada violência com os objetivos de humilhar e subjugar a vítima o que, inclusive, possivelmente inflamou seus ânimos levando-o à reação, daí ocasionando a briga e, ao fim, o disparo".
Tiro "acidental" e pedido de "perdão"
O falso entregador soube da quantia por meio de um colega. O dinheiro estaria na cobertura da sala de reuniões do prédio. No interrogatório, o autor do crime disse que entrou no edifício depois de um morador.
Após anunciar o assalto, o porteiro José Jailton de Araújo tentou desarmar o criminoso, entrando em luta corporal. O condenado disse que o tiro foi acidental e, ainda no interrogatório, afirmou que queria “pedir perdão a Deus e à família dele pelo que aconteceu".
Homem que fingiu ser entregador e matou porteiro é condenadoAssassino pegou 22 anos de prisão; crime foi registrado em 2023, no centro do Rio Justiça2024-06-14T11:54:28.303Z A Justiça do Rio de Janeiro , no centro da capital, a 22 anos de prisão. O crime ocorreu em agosto de 2023. O assassino, identificado como Fagner Wilson Junes Chamarelli, tentava furtar R$ 200 mil do prédio. A pena estipulada pela decisão da 37ª Vara Criminal estabeleceu a condenação pelo crime de latrocínio e cumprimento da pena em regime fechado, tendo negado o direito de recorrer em liberdade. A decisão judicial ainda acrescentou que Fagner cometeu o crime "com extremada violência com os objetivos de humilhar e subjugar a vítima o que, inclusive, possivelmente inflamou seus ânimos levando-o à reação, daí ocasionando a briga e, ao fim, o disparo". Tiro "acidental" e pedido de "perdão" O falso entregador soube da quantia por meio de um colega. O dinheiro estaria na cobertura da sala de reuniões do prédio. No interrogatório, o autor do crime disse que entrou no edifício depois de um morador. Após anunciar o assalto, o porteiro José Jailton de Araújo tentou desarmar o criminoso, entrando em luta corporal. O condenado disse que o tiro foi acidental e, ainda no interrogatório, afirmou que queria “pedir perdão a Deus e à família dele pelo que aconteceu". São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/justica/homem-que-se-fingiu-de-entregador-e-matou-porteiro-e-condenado
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