CEO do Grupo Fictor é alvo de operação da PF contra fraude bancária de R$ 500 milhões
Grupo tentou comprar o Banco Master em 2025; CEO e ex-sócio integrariam organização criminosa
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Anita Prado, Ighor Nóbrega
25/03/2026, 11:49 • Atualizado em 26/03/2026, 04:30
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A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (25) operação contra uma organização criminosa especializada em fraudes bancárias. Foram expedidos 43 mandados de busca e 21 mandados de prisão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. A PF estima que o prejuízo causado supere R$ 500 milhões.
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Entre os alvos dos mandados de busca estão o CEO do Grupo Fictor, Rafael Góis, e seu ex-sócio e Luiz Phillippe Gomes Rubini. O Fictor ganhou notoriedade por ter feito uma proposta de aquisição do Banco Master, de Daniel Vorcaro, em novembro de 2025. A empresa entrou com pedido de recuperação judicial em fevereiro.
Balanço da operação
A Polícia Federal informou que 14 pessoas foram presas na operação desta quarta. Além disso, foram apreendidos:
67 telefones celulares;
31 notebooks vistoriados;
385 bens diversos;
25 documentos;
uma arma de fogo;
dinheiro vivo, cheques, criptoativos, joias e relógios (quantidade e valores não divulgados).
As fraudes investigadas pela PF miravam a Caixa Econômica Federal a partir da cooptação de funcionários de instituições financeiras e do uso de empresas para movimentação de valores e ocultação da origem de recursos ilícitos. A investigação começou em 2024.
O golpe era realizado a partir da inserção de dados falsos nos sistemas bancários para permitir saques e transferências indevidas. Esse dinheiro era utilizado para a compra de artigos de luxo e criptomoedas para dificultar o rastreamento.
CEO do Grupo Fictor, Rafael Góis | Reprodução
Para desarticular a organização, a PF apreendeu e bloqueou ativos financeiros que somam R$ 47 milhões, incluindo imóveis e veículos. Esses bens foram rastreáveis depois da quebra do sigilo bancário de 33 pessoas físicas e 172 pessoas jurídicas investigadas.
Segundo a corporação, os suspeitos podem responder por organização criminosa, estelionato qualificado, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, corrupção e crimes contra o sistema financeiro. As penas somadas podem chegar a 50 anos.
O SBT News entrou em contato com os alvos da operação, mas não obteve resposta. O espaço segue em aberto.
CEO do Grupo Fictor é alvo de operação da PF contra fraude bancária de R$ 500 milhõesGrupo tentou comprar o Banco Master em 2025; CEO e ex-sócio integrariam organização criminosaJustiça2026-03-25T11:49:55.750ZA Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (25) operação contra uma organização criminosa especializada em fraudes bancárias. Foram expedidos 43 mandados de busca e 21 mandados de prisão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. A PF estima que o prejuízo causado supere R$ 500 milhões. Entre os alvos dos mandados de busca estão o CEO do Grupo Fictor, Rafael Góis, e seu ex-sócio e Luiz Phillippe Gomes Rubini. O Fictor ganhou notoriedade por ter feito uma proposta de aquisição do Banco Master, de Daniel Vorcaro, em novembro de 2025. . Balanço da operação A Polícia Federal informou que 14 pessoas foram presas na operação desta quarta. Além disso, foram apreendidos: As fraudes investigadas pela PF miravam a Caixa Econômica Federal a partir da cooptação de funcionários de instituições financeiras e do uso de empresas para movimentação de valores e ocultação da origem de recursos ilícitos. A investigação começou em 2024. O golpe era realizado a partir da inserção de dados falsos nos sistemas bancários para permitir saques e transferências indevidas. Esse dinheiro era utilizado para a compra de artigos de luxo e criptomoedas para dificultar o rastreamento. Para desarticular a organização, a PF apreendeu e bloqueou ativos financeiros que somam R$ 47 milhões, incluindo imóveis e veículos. Esses bens foram rastreáveis depois da quebra do sigilo bancário de 33 pessoas físicas e 172 pessoas jurídicas investigadas. Segundo a corporação, os suspeitos podem responder por organização criminosa, estelionato qualificado, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, corrupção e crimes contra o sistema financeiro. As penas somadas podem chegar a 50 anos. O SBT News entrou em contato com os alvos da operação, mas não obteve resposta. O espaço segue em aberto.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/justica/ceo-do-grupo-fictor-e-alvo-de-operacao-da-pf-contra-fraude-bancaria-de-r-500-milhoes
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