Zema defende anistia e critica atuação dos tribunais no 8/1
Candidato do Novo afirmou que os atos de 2023 não configuraram tentativa de golpe e defendeu revisão das condenações
Antonio Souza
O candidato do Novo à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), defendeu a concessão de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 e criticou a atuação do Judiciário brasileiro naquele episódio.
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“Eu discordo, porque não existe, na história da humanidade, uma tentativa de golpe que tenha sido um movimento de vandalismo e depredação como o que aconteceu em janeiro de 2023”, afirmou.
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A declaração ocorreu durante uma sabatina com candidatos à Presidência promovida pela TV Globo. Zema afirmou que os acontecimentos de janeiro não poderiam ser classificados como uma tentativa de golpe de Estado porque "não houve nenhum tiro".
Candidato fala em anistia ou novo julgamento
Ainda sobre este tema, Zema declarou que, se for eleito como presidente, poderá conceder anistia aos condenados no 8 de janeiro ou buscar uma forma de garantir que os casos sejam analisados por um tribunal que, segundo ele, não esteja submetido a interesses políticos.
“Eu darei anistia ou, pelo menos, um tribunal que não seja político e seja judicial”, disse. “Uma moça, a Débora do Batom, que sujou um monumento público, pegar sete anos? Eu discordo”, afirmou.
O candidato também disse considerar que houve perseguição contra pessoas condenadas pelos ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília.
Zema afirmou ainda que os envolvidos deveriam ser responsabilizados pela depredação, mas questionou a proporcionalidade das penas aplicadas.
“Na minha opinião, quem comete crime tem que pagar pelo crime. Eles cometeram crime, e a moça deve ser punida apenas pela depredação”, declarou.
Zema defende anistia e critica atuação dos tribunais no 8/1Candidato do Novo afirmou que os atos de 2023 não configuraram tentativa de golpe e defendeu revisão das condenaçõesEleições2026-08-25T01:25:32.869ZO candidato do Novo à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), defendeu a concessão de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 e criticou a atuação do Judiciário brasileiro naquele episódio. “Eu discordo, porque não existe, na história da humanidade, uma tentativa de golpe que tenha sido um movimento de vandalismo e depredação como o que aconteceu em janeiro de 2023”, afirmou. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. A declaração ocorreu durante uma sabatina com candidatos à Presidência promovida pela TV Globo. Zema afirmou que os acontecimentos de janeiro não poderiam ser classificados como uma tentativa de golpe de Estado porque "não houve nenhum tiro". Candidato fala em anistia ou novo julgamento Ainda sobre este tema, Zema declarou que, se for eleito como presidente, poderá conceder anistia aos condenados no 8 de janeiro ou buscar uma forma de garantir que os casos sejam analisados por um tribunal que, segundo ele, não esteja submetido a interesses políticos. “Eu darei anistia ou, pelo menos, um tribunal que não seja político e seja judicial”, disse. “Uma moça, a Débora do Batom, que sujou um monumento público, pegar sete anos? Eu discordo”, afirmou. O candidato também disse considerar que houve perseguição contra pessoas condenadas pelos ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília. Zema afirmou ainda que os envolvidos deveriam ser responsabilizados pela depredação, mas questionou a proporcionalidade das penas aplicadas. “Na minha opinião, quem comete crime tem que pagar pelo crime. Eles cometeram crime, e a moça deve ser punida apenas pela depredação”, declarou.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/eleicoes/zema-defende-anistia-e-critica-atuacao-dos-tribunais-no-8-1
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