Lula desafia Flávio Bolsonaro e PL a votarem pelo fim da 6x1
Presidente criticou proposta alternativa defendida por bolsonaristas, que prevê que trabalhador possa escolher entre CLT e regime baseado em horas
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Felipe Moraes
Presidente Lula (PT) e deputada federal eleita Ana Elisa (PT-MG) em declaração à imprensa após encontro da campanha com parlamentares e militância petista | Reprodução/YouTube
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desafiou nesta quarta-feira (7) seu adversário no segundo turno das eleições de 2026, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e a sigla dele, o Partido Liberal, a votarem a favor do fim da escala de trabalho 6x1, atualmente em discussão no Senado Federal.
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"O fim da escala 6x1 é pra garantir civilidade no mundo do trabalho, sobretudo pras mulheres. Quero ver como é que Flávio vai votar. Desafio ele a votar favorável e a pedir ao PL pra votar favorável", disse o candidato à reeleição em pronunciamento à imprensa após encontro com parlamentares de esquerda eleitos, como os influenciadores digitais Jones Manoel (PSOL-PE) e Ana Elisa (PT-MG), ambos para a Câmara dos Deputados.
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Aprovada em maio pela Câmara, a proposta de emenda à Constituição (PEC) deve ser votada em primeiro turno no plenário da Casa na próxima semana, segundo previsão dada nessa terça (6) pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Lula também fez críticas à proposta alternativa defendida por bolsonaristas e apresentada pelo senador e coordenador da campanha de Flávio, Rogério Marinho (PL-RN). O texto prevê flexibilização da jornada e que a pessoa possa escolher entre Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) ou um regime baseado em horas trabalhadas.
A PEC também destaca que acordos individuais entre empregados e patrões prevaleceriam sobre acordos coletivos. Benefícios como 13º salário, férias e FGTS também seriam proporcionais à quantidade de horas trabalhadas.
"Estão inventando história, 'não, é melhor negociar com patrão'. Como se, em acordo leonino, trabalhador tivesse alguma vantagem. Nada de aceitar barganha. Vamos reduzir a jornada pra cinco dias de trabalho e dois de descanso", falou.
Outra PEC tratada como prioridade pelo governo federal é a da segurança pública, que ainda não avançou no Senado após ter texto-base aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em setembro.
Lula voltou a informar que o Ministério da Segurança Pública será criado assim que a proposta for aprovada. Uma mudança já anunciada é transformar 138 presídios regionais em penitenciárias de segurança máxima.
"Nós estamos querendo que o Estado, a União possa participar mais ativamente do processo de segurança pública deste país", apontou. "Estamos transformando 138 presídios regionais, onde o Comando Vermelho e o PCC comandam o crime, em cadeias de segurança máxima, pra que a gente possa acabar com o crime", continuou.
"Para o povo trabalhador, a proteção. Para o bandido, a prisão. Esse é o nosso lema daqui pra frente", concluiu.
Lula desafia Flávio Bolsonaro e PL a votarem pelo fim da 6x1Presidente criticou proposta alternativa defendida por bolsonaristas, que prevê que trabalhador possa escolher entre CLT e regime baseado em horasEleições2026-10-07T17:31:10.249ZO presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desafiou nesta quarta-feira (7) seu adversário no segundo turno das eleições de 2026, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e a sigla dele, o Partido Liberal, a votarem a favor do fim da escala de trabalho 6x1, atualmente em discussão no Senado Federal. 🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! . "O fim da escala 6x1 é pra garantir civilidade no mundo do trabalho, sobretudo pras mulheres. Quero ver como é que Flávio vai votar. Desafio ele a votar favorável e a pedir ao PL pra votar favorável", disse o candidato à reeleição em pronunciamento à imprensa após encontro com parlamentares de esquerda eleitos, como os influenciadores digitais Jones Manoel (PSOL-PE) e Ana Elisa (PT-MG), ambos para a Câmara dos Deputados. Aprovada em maio pela Câmara, a proposta de emenda à Constituição (PEC) deve ser votada em primeiro turno no plenário da Casa na próxima semana, segundo previsão dada nessa terça (6) pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Lula também fez críticas à proposta alternativa defendida por bolsonaristas e apresentada pelo senador e coordenador da campanha de Flávio, Rogério Marinho (PL-RN). O texto prevê flexibilização da jornada e que a pessoa possa escolher entre Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) ou um regime baseado em horas trabalhadas. A PEC também destaca que acordos individuais entre empregados e patrões prevaleceriam sobre acordos coletivos. Benefícios como 13º salário, férias e FGTS também seriam proporcionais à quantidade de horas trabalhadas. "Estão inventando história, 'não, é melhor negociar com patrão'. Como se, em acordo leonino, trabalhador tivesse alguma vantagem. Nada de aceitar barganha. Vamos reduzir a jornada pra cinco dias de trabalho e dois de descanso", falou. Outra PEC tratada como prioridade pelo governo federal é a da segurança pública, que ainda não avançou no Senado após ter texto-base aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em setembro. Lula voltou a informar que o Ministério da Segurança Pública será criado assim que a proposta for aprovada. Uma mudança já anunciada é transformar 138 presídios regionais em penitenciárias de segurança máxima. "Nós estamos querendo que o Estado, a União possa participar mais ativamente do processo de segurança pública deste país", apontou. "Estamos transformando 138 presídios regionais, onde o Comando Vermelho e o PCC comandam o crime, em cadeias de segurança máxima, pra que a gente possa acabar com o crime", continuou. "Para o povo trabalhador, a proteção. Para o bandido, a prisão. Esse é o nosso lema daqui pra frente", concluiu.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/eleicoes/lula-desafia-flavio-bolsonaro-e-pl-a-votarem-pelo-fim-da-6x1
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