Flávio denuncia rede de 1,5 mil perfis pró-Lula ao TSE
Campanha do PL acusa apoiadores do presidente de usar publicações em coautoria no Instagram para disseminar desinformação; PT já havia feito denúncia semelhante
SBT News
O candidato à Presidência do Partido Liberal, Flávio Bolsonaro
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) apresentou uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra uma rede de 1.525 perfis do Instagram que, segundo sua campanha, estaria sendo utilizada para disseminar desinformação em benefício da candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O documento foi protocolado na Justiça Eleitoral na quinta-feira (8).
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A denúncia aponta uso coordenado de publicações em coautoria, conhecidas como collabs, recurso do Instagram que permite que até seis contas compartilhem a autoria de uma mesma publicação. Com isso, o conteúdo aparece simultaneamente nos perfis participantes, ampliando o alcance entre diferentes públicos.
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Segundo o documento apresentado à Justiça Eleitoral, a equipe de Flávio analisou 2.856 publicações feitas entre os dias 5 e 7 de outubro por uma amostra de 146 perfis. Desse total, 2.101 publicações, o equivalente a 74%, foram realizadas em coautoria.
O levantamento identificou 5.882 conexões de coautoria entre 1.525 perfis, distribuídos em 16 grupos. A campanha afirma ainda ter encontrado 218 publicações com "informações falsas ou descontextualizadas", que teriam acumulado 11,6 milhões de visualizações e 2,5 milhões de interações.
Na ação, a defesa de Flávio argumenta que o problema não é a utilização da ferramenta de coautoria, mas a suposta divulgação coordenada de conteúdos enganosos.
“Em si, a ferramenta é lícita, e o Investigante não pretende o contrário. O que se demonstra aqui é o seu uso como multiplicador industrial de conteúdo falso ou gravemente descontextualizado”, afirma a petição.
“E não se faz o que o PT fez, que em investigação judicial movida por suposto uso indevido da ferramenta da ‘collab’ trouxe apenas 10 conteúdos, todos LÍCITOS”, afirma o documento.
🔎 A denúncia citada por Flávio ocorreu em setembro, antes do primeiro turno, quando a coligação “O Brasil Pronto pra Mais”, que apoia a chapa formada por Lula e Geraldo Alckmin (PSB), apresentou ao TSE uma ação contra o senador, seu candidato a vice, Alfredo Gaspar, e o deputado federal Mario Frias (PL-SP). Na ocasião, a coligação acusou os adversários de uso indevido dos meios de comunicação social e abuso de poder econômico por meio de publicações em coautoria no Instagram.
Na ação movida por Flávio na quinta-feira, entre os conteúdos questionados estão publicações que, segundo a campanha do presidenciável, associam o candidato a uma possível fraude eleitoral, ao fim de programas sociais e a mudanças nas regras trabalhistas e previdenciárias.
A petição também cita o programa “Porta-Voz do Lula”, que, de acordo com os advogados, organizaria apoiadores em grupos de WhatsApp, com missões diárias de mobilização digital e classificação de participantes por convites.
Flávio denuncia rede de 1,5 mil perfis pró-Lula ao TSECampanha do PL acusa apoiadores do presidente de usar publicações em coautoria no Instagram para disseminar desinformação; PT já havia feito denúncia semelhanteEleições2026-10-09T11:12:31.909ZO candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) apresentou uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra uma rede de 1.525 perfis do Instagram que, segundo sua campanha, estaria sendo utilizada para disseminar desinformação em benefício da candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O documento foi protocolado na Justiça Eleitoral na quinta-feira (8). 🤳Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! . A denúncia aponta uso coordenado de publicações em coautoria, conhecidas como collabs, recurso do Instagram que permite que até seis contas compartilhem a autoria de uma mesma publicação. Com isso, o conteúdo aparece simultaneamente nos perfis participantes, ampliando o alcance entre diferentes públicos. Segundo o documento apresentado à Justiça Eleitoral, a equipe de Flávio analisou 2.856 publicações feitas entre os dias 5 e 7 de outubro por uma amostra de 146 perfis. Desse total, 2.101 publicações, o equivalente a 74%, foram realizadas em coautoria. O levantamento identificou 5.882 conexões de coautoria entre 1.525 perfis, distribuídos em 16 grupos. A campanha afirma ainda ter encontrado 218 publicações com "informações falsas ou descontextualizadas", que teriam acumulado 11,6 milhões de visualizações e 2,5 milhões de interações. Na ação, a defesa de Flávio argumenta que o problema não é a utilização da ferramenta de coautoria, mas a suposta divulgação coordenada de conteúdos enganosos. “Em si, a ferramenta é lícita, e o Investigante não pretende o contrário. O que se demonstra aqui é o seu uso como multiplicador industrial de conteúdo falso ou gravemente descontextualizado”, afirma a petição. A campanha também sustenta que existe uma diferença entre a denúncia apresentada agora e a . “E não se faz o que o PT fez, que em investigação judicial movida por suposto uso indevido da ferramenta da ‘collab’ trouxe apenas 10 conteúdos, todos LÍCITOS”, afirma o documento. 🔎 A denúncia citada por Flávio ocorreu em setembro, antes do primeiro turno, quando a coligação “O Brasil Pronto pra Mais”, que apoia a chapa formada por Lula e Geraldo Alckmin (PSB), apresentou ao TSE uma ação contra o senador, seu candidato a vice, Alfredo Gaspar, e o deputado federal Mario Frias (PL-SP). Na ocasião, a coligação acusou os adversários de uso indevido dos meios de comunicação social e abuso de poder econômico por meio de publicações em coautoria no Instagram. Na ação movida por Flávio na quinta-feira, entre os conteúdos questionados estão publicações que, segundo a campanha do presidenciável, associam o candidato a uma possível fraude eleitoral, ao fim de programas sociais e a mudanças nas regras trabalhistas e previdenciárias. A petição também cita o programa “Porta-Voz do Lula”, que, de acordo com os advogados, organizaria apoiadores em grupos de WhatsApp, com missões diárias de mobilização digital e classificação de participantes por convites.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/eleicoes/flavio-denuncia-rede-de-1-5-mil-perfis-pro-lula-ao-tse
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