“Taxa das blusinhas” faz com que governo bata recorde em arrecadação com compras internacionais
Apesar do aumento, compras de mercadorias vindas do exterior caíram 11% em 2024
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Vinícius Nunes
"Taxa das blusinhas" prevê Imposto de Importação de 20% nas compras de até US$ 50 feitas em plataformas online | Marcello Casal Jr./Agência Brasil
A arrecadação com o imposto de importação cresceu 40% em 2024 em relação a 2023, batendo um novo recorde histórico. Foram R$ 2,98 bilhões de recolhimento do governo federal no ano passado contra R$ 1,98 bilhão no ano anterior, segundo dados da Receita Federal divulgados nesta quarta-feira (29).
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A justificativa do recorde muito se dá pela taxação de 20% das remessas internacionais – a chamada “taxa das blusinhas”. O imposto foi incrementado em agosto do ano passado e incide em compras internacionais acima de US$ 50 dólares. Ao mesmo tempo, os estados elevaram a tributação, por meio do ICMS, também para 20%, com validade a partir de abril deste ano.
“O aumento da arrecadação vai ao encontro da criação do Programa Remessa Conforme e o estabelecimento, pelo Congresso Nacional, da tributação sobre todas as remessas, independentemente do valor da importação”, disse o Fisco.
Apesar do recorde, em 2024 foram importadas 187 mil remessas internacionais, o que representou uma queda de 11% em relação ao fluxo de 2023, que registrou a importação de 209 mil.
Arrecadação histórica
Dados da Receita Federal, divulgados na terça-feira (28), mostram que a arrecadação do governo federal fechou 2024 em R$ 2,709 trilhões. Descontada a inflação, o governo arrecadou R$ 2,653 trilhões. Esse valor bateu recorde histórico desde 1995 e representa um crescimento real (acima da inflação medida pelo IPCA) de 9,6% em comparação com o ano anterior.
O resultado da arrecadação em dezembro também foi positivo — fechando em R$ 261,265 bilhões, 7,78% acima da inflação.
Segundo a Receita, o crescimento da economia e o recolhimento de tributos, como o PIS/Cofins e Imposto de Renda sobre a tributação de fundos puxaram os números para cima.
“Taxa das blusinhas” faz com que governo bata recorde em arrecadação com compras internacionaisApesar do aumento, compras de mercadorias vindas do exterior caíram 11% em 2024Economia2025-01-29T14:52:12.168ZA arrecadação com o imposto de importação cresceu 40% em 2024 em relação a 2023, batendo um novo recorde histórico. Foram R$ 2,98 bilhões de recolhimento do governo federal no ano passado contra R$ 1,98 bilhão no ano anterior, segundo dados da Receita Federal divulgados nesta quarta-feira (29). A justificativa do recorde muito se dá pela taxação de 20% das remessas internacionais – a chamada “taxa das blusinhas”. O imposto foi incrementado em agosto do ano passado e incide em compras internacionais acima de US$ 50 dólares. Ao mesmo tempo, os estados elevaram a tributação, por meio do ICMS, também para 20%, com validade a partir de abril deste ano. + “O aumento da arrecadação vai ao encontro da criação do Programa Remessa Conforme e o estabelecimento, pelo Congresso Nacional, da tributação sobre todas as remessas, independentemente do valor da importação”, disse o Fisco. Apesar do recorde, em 2024 foram importadas 187 mil remessas internacionais, o que representou uma queda de 11% em relação ao fluxo de 2023, que registrou a importação de 209 mil. Arrecadação histórica Dados da Receita Federal, divulgados na terça-feira (28), mostram que a arrecadação do governo federal fechou 2024 em R$ 2,709 trilhões. Descontada a inflação, o governo arrecadou R$ 2,653 trilhões. Esse valor bateu recorde histórico desde 1995 e representa um crescimento real (acima da inflação medida pelo IPCA) de 9,6% em comparação com o ano anterior. + O resultado da arrecadação em dezembro também foi positivo — fechando em R$ 261,265 bilhões, 7,78% acima da inflação. Segundo a Receita, o crescimento da economia e o recolhimento de tributos, como o PIS/Cofins e Imposto de Renda sobre a tributação de fundos puxaram os números para cima. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/economia/taxa-das-blusinhas-faz-com-que-governo-bata-recorde-em-arrecadacao-com-compras-internacionais
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