Dados do IBGE são referentes ao segundo trimestre de 2026; menores taxas foram registradas em Santa Catarina, Mato Grosso e Espírito Santo
A
André de Sena
Carteira de trabalho | Marcello Casal JR/Agência Brasil
O desemprego diminuiu em 13 das 27 unidades da federação no segundo trimestre de 2026. O dado, divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (14), faz parte da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua).
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As maiores taxas de desemprego foram registradas no Amapá (9,8%), Bahia (9,1%), Pernambuco (8,3%) e Piauí (8,3%). Já os estados com a menor porcentagem de desempregados foram Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%) e Rondônia (2,6%).
A média nacional ficou em 5,4%. Esse resultado mostra que houve uma queda de 0,7 ponto percentual na comparação com o trimestre imediatamente anterior, quando a taxa de desemprego foi de 6,1%, e recuo de 0,4 ponto percentual em relação ao segundo semestre de 2025. Naquela ocasião, uma fatia de 5,8% da população que compõe a força de trabalho estava desempregada
🔎 Segundo o IBGE, a força de trabalho é composta pelas pessoas com 14 anos de idade ou mais que estão empregadas ou desocupadas (desempregadas, mas procurando ativamente trabalho)
Taxa de desemprego no segundo trimestre de 2026 | Reprodução/IBGE
A taxa de desocupação por sexo foi maior entre mulheres (6,4%) do que entre homens (4,6%). Já no quesito cor ou raça, o desemprego ficou abaixo da média nacional de 5,4% entre os brancos (4,2%) e acima quando levados em consideração isoladamente os pretos (6,9%) e os pardos (6,1%). Uma dinâmica parecida ocorreu na comparação entre as pessoas com ensino superior completo (3,0%), ensino superior incompleto (5,6%) e ensino médio incompleto (9,0%).
Carteira assinada
O levantamento também mostra que a porcentagem de empregados com carteira assinada no setor privado chegou a 74,4% no segundo trimestre de 2026. Os estados de Santa Catarina (86,7%), São Paulo (82,0%) e Mato Grosso do Sul (81,0%) tiveram os maiores percentuais. Já os menores foram registrados no Maranhão (53,6%), Piauí (54,2%) e Acre (55,1%).
A população ocupada que trabalha por conta própria foi de 25,3% no país. Maranhão (33,8%), Amapá (31,0%) e Pará (30,3%) tiveram os maiores percentuais. Acre (17,5%), Distrito Federal (18,0%) e Tocantins (18,9%), os menores.
Já a taxa de informalidade correspondeu a 37,4% da população ocupada. As maiores porcentagens foram registradas no Maranhão (56,9%), Pará (55,9%) e Amazonas (51,7%). As menores, em Santa Catarina (25,4%), no Distrito Federal (28,7%) e em Mato Grosso do Sul (29,2%). Ainda no período que vai de abril a junho de 2026, o Brasil tinha 1,1 milhão de pessoas que buscavam por trabalho há dois anos ou mais e 1,1 milhão que procuravam emprego há menos de um mês.
Taxa de informalidade no segundo trimestre de 2026 | Reprodução/IBGE
Rendimento médio
O rendimento médio real foi de R$ 3.738, apresentando uma leve queda na comparação com o semestre imediatamente anterior (R$ 3.795) e aumento na comparação com o mesmo período de 2025 (R$ 3.635). A massa de rendimento médio real de todos os trabalhadores chegou a um montante de R$ 380,3 bilhões, um pouco mais baixo em relação ao trimestre anterior (R$ 382,1 bilhões) e aumento frente ao mesmo período de 2025 (R$ 367,1 bilhões).
Para chegar a esse número, o IBGE leva em consideração todas as pessoas de 14 anos de idade ou mais que estavam ocupadas na semana de referência. O cálculo leva em consideração a inflação.
Desemprego cai em 13 das 27 unidades da federaçãoDados do IBGE são referentes ao segundo trimestre de 2026; menores taxas foram registradas em Santa Catarina, Mato Grosso e Espírito Santo Economia2026-08-14T14:06:02.431ZO desemprego diminuiu em 13 das 27 unidades da federação no segundo trimestre de 2026. O dado, divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (14), faz parte da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua). As maiores taxas de desemprego foram registradas no Amapá (9,8%), Bahia (9,1%), Pernambuco (8,3%) e Piauí (8,3%). Já os estados com a menor porcentagem de desempregados foram Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%) e Rondônia (2,6%). A média nacional ficou em 5,4%. Esse resultado mostra que houve uma queda de 0,7 ponto percentual na comparação com , quando a taxa de desemprego foi de 6,1%, e recuo de 0,4 ponto percentual em relação ao segundo semestre de 2025. Naquela ocasião, uma fatia de 5,8% da população que compõe a força de trabalho estava desempregada 🔎 Segundo o IBGE, a força de trabalho é composta pelas pessoas com 14 anos de idade ou mais que estão empregadas ou desocupadas (desempregadas, mas procurando ativamente trabalho) A taxa de desocupação por sexo foi maior entre mulheres (6,4%) do que entre homens (4,6%). Já no quesito cor ou raça, o desemprego ficou abaixo da média nacional de 5,4% entre os brancos (4,2%) e acima quando levados em consideração isoladamente os pretos (6,9%) e os pardos (6,1%). Uma dinâmica parecida ocorreu na comparação entre as pessoas com ensino superior completo (3,0%), ensino superior incompleto (5,6%) e ensino médio incompleto (9,0%). Carteira assinada O levantamento também mostra que a porcentagem de empregados com carteira assinada no setor privado chegou a 74,4% no segundo trimestre de 2026. Os estados de Santa Catarina (86,7%), São Paulo (82,0%) e Mato Grosso do Sul (81,0%) tiveram os maiores percentuais. Já os menores foram registrados no Maranhão (53,6%), Piauí (54,2%) e Acre (55,1%). A população ocupada que trabalha por conta própria foi de 25,3% no país. Maranhão (33,8%), Amapá (31,0%) e Pará (30,3%) tiveram os maiores percentuais. Acre (17,5%), Distrito Federal (18,0%) e Tocantins (18,9%), os menores. Já a taxa de informalidade correspondeu a 37,4% da população ocupada. As maiores porcentagens foram registradas no Maranhão (56,9%), Pará (55,9%) e Amazonas (51,7%). As menores, em Santa Catarina (25,4%), no Distrito Federal (28,7%) e em Mato Grosso do Sul (29,2%). Ainda no período que vai de abril a junho de 2026, o Brasil tinha 1,1 milhão de pessoas que buscavam por trabalho há dois anos ou mais e 1,1 milhão que procuravam emprego há menos de um mês. Rendimento médio O rendimento médio real foi de R$ 3.738, apresentando uma leve queda na comparação com o semestre imediatamente anterior (R$ 3.795) e aumento na comparação com o mesmo período de 2025 (R$ 3.635). A massa de rendimento médio real de todos os trabalhadores chegou a um montante de R$ 380,3 bilhões, um pouco mais baixo em relação ao trimestre anterior (R$ 382,1 bilhões) e aumento frente ao mesmo período de 2025 (R$ 367,1 bilhões). Para chegar a esse número, o IBGE leva em consideração todas as pessoas de 14 anos de idade ou mais que estavam ocupadas na semana de referência. O cálculo leva em consideração a inflação.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/economia/desemprego-cai-em-13-das-27-unidades-da-federacao