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Caso Daniel: defesa de Edson Brittes pede soltura após erro processual

Acusado é réu confesso pela morte brutal de jogador em outubro de 2018

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Edson Brittes durante julgamento
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A defesa de Edson Brittes, réu confesso do assassinato do jogador Daniel Freitas em outubro de 2018, pediu ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ) a soltura do cliente. A solicitação do habeas corpus decorre de um erro processual que levou à anulação do julgamento do caso, em maio de 2021.

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A falha foi cometida pelo Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), que reconheceu o erro. Uma decisão determinou que Alana Brittes, Edson Brittes e mais três acusados fossem julgados no plenário do tribunal do júri. Cristiana Brittes passaria por júri popular somente depois de recurso do Ministério Público paranaense.

Porém, nesse julgamento, o tribunal não intimou os advogados de dois dos acusados - apenas a família Brittes foi intimada. A defesa alega "excesso de prazo" para a soltura de Edson, que está há três anos preso.

Daniel Freitas participava do aniversário de Allana, filha de Edson. Depois, o jogador e os acusados foram para uma festa na casa da família. Edson afirmou que cometeu o crime brutal após flagrar Daniel na cama com a esposa Cristiane. O jogador foi espancado e, depois, teve o pescoço cortado e o pênis decepado.

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